this blog is dedicated to the investigation of mobile television and mobile media communication for my PhD study.
quarta-feira, dezembro 12, 2007
E o Óscar vai para...
Até dá vontade de dizer: "Quem te viu e quem te vê!"
terça-feira, dezembro 11, 2007
O que o Digital não vai alterar...
Fonte: M&P
Digital Story Telling
Fonte: What Works
The Storyteller - Jim Henson
Ah!!! E... agora, como é que vai ser?


Greve dos trabalhadores das produtoras de séries colocam em causa a continuidade de séries como as Donas de Casa Desesperadas e as versões do CSI (...)
Fonte Dê Ên
(DN)
O Movimento “Open Source” já converteu a Europa e os EUA
Open Office – para Macintosh, Linux, Windows , programas de edição de vídeo, áudio, 3D, vectorial, motores de busca (Apache, Firefox), spyware, firewall’s, anti-virus, etc.; enfim, estamos perante um leque de programas “livres de chancela empresarial (Adobe, Macromedia etc.)” definidos como open-source – estes já fazem parte do dia-a-dia de grandes empresas norte-americanas e europeias para o sucesso nas várias tarefas que compõem a sua realidade profissional.
“Em dez anos, o ‘open-source’ deixou de ser usado apenas por estudantes, autodidactas... e passou a ser aceite por grandes organizações”, afirma Micheal Goulde (citado no artigo “Software livre ganha galões”, de João Ramos, Expresso, 27/10/2007). Apesar do sucesso, há ainda alguma resistência à implementação deste tipo de software nas empresas; isto acontece porque os resquícios do imperialismo económico e informático tradicionalista ainda imperam nas atitudes de quem tem o poder para decidir. Porém, independentemente de alguma relutância, há exemplos de sucesso em causas nobres, como o que acontece no auxílio ao combate contra a cólera – exemplo dado por Thomas Goetz, na revista on-line WIRED. Neste aspecto temos computadores acessíveis com programas gratuitos utilizados nas acções de auxilio de associações de voluntariado.
Temos assistido, recentemente, a um grande interesse por parte dos produtores de conteúdos, programadores, utilizadores etc., na utilização deste software; aqui, podem-se, naturalmente, detalhar os seguintes aspectos:
1 – Um grande número de programas que têm, entretanto, surgido no mercado;
2 – O crescente interesse havido nesta área (empresas como a IBM, a Hewlett – Packard “HP”, e aSun Microsystems etc.);
3 – Inovações didácticas no ensino que só agora começam a dar frutos – este aspecto pode ser visto na progressiva implementação da utilização de computadores nas escolas e do inglês;
4 – O surgimento de novos mercados através de financiamentos avultados para implementar estes mercados – observem-se os exemplos dados pelas empresas Linux, Red Hat, Collab.Net, Cobalt Networks, Scriptics, e a Sendmail.
No entanto, apesar de se estar numa fase de bonança tecnocrática no que se refere à introdução de software open-source, observa-se que há uma grande resistência na adopção deste tipo de tecnologia nos sistemas transnacionais que aufiram volumes muito elevados. Mas no que se refere à utilização nos computadores pessoais nota-se que a utilização do Linux é já uma realidade considerável numa faixa de população que está ligada ao trabalho e ao estudo sobre “a imagem”. Estamos, naturalmente, a referir-nos aos designers, web-designers, profissionais de informática (que não façam parte do back-office), produtores multi-plataformas, etc.
Mas será que esta realidade se pode implementar noutros mercados?
Partindo do exemplo de uma marca de automóveis será que ela poderá usufruir deste tipo de software? Os componentes de automóveis podem ser feitos através deste formato? Aqui, observa-se que as marcas de automóveis por vezes só assinam o modelo que estão a propor e isto acontece porque há uma infinidade de interesses comerciais que podem, ou não, ter bases meramente económicas. A marca, em muitos casos, serve apenas para convergir várias marcas sob a égide de um só nome. Vejam-se os exemplos dos carros híbridos e dos sistemas GPS, que numa fase inicial tinham apenas interesses com prevalência científica; no entanto, passadas estas, a questão comercial prevalece sempre. Tal como referimos no início deste artigo, aqui também há problemas económicos e históricos que se referem a questões provenientes de uma grande quantidade de pessoas que compõem as várias indústrias do ramo automóvel. Por fim, importa enumerar os problemas referentes à infoexclusão (por parte dos consumidores e construtores desta indústria), e os que estão relacionados com uma rede deficitária – que causa o gasto de somas monetárias astronómicas. Por isso, sugere-se que este tipo de software ainda requer muita investigação antes da implementação noutras indústrias... Mas, e se pensarmos na implementação de outras realidades profissionais na utilização deste tipo de programas?
Marketing e software “Open Source” – fac-simile...
No século passado, o investigador norte-americano do MIT, Nicholas Negroponte chegou à conclusão de que o nosso software precisa de funcionar como um “Mordomo Inglês” para ter sucesso; ou seja, não precisamos de estar constantemente a “tropeçar” nele para lhe darmos o crédito que ele merece na execução das suas funções. Aqui, se pensarmos em questões de marketing como o product placement e software open source depressa chegamos à conclusão de que, após a resolução de alguns problemas funcionais (que estão relacionados com uma possível invasão de esferas exclusivas de funcionalidades técnicas por parte de estratégias de marketing), brevemente poderá haver publicidade a “inundar” o nosso software open source sem que se pressinta nenhum malefício para a sua função inicial. Já pensou num Open-office a funcionar com o patrocínio da L’Oreal? No fim da redacção de um documento, em vez das opções para guardar, ou não, o texto, poderemos ter, antes dessa opção, uma outra caixa de texto onde se poderá ler: “Open-office, porque você merece...” Ou então, num caso de um sponsoring da destilaria escocesa Famous Grouse, poderá ser “Open-office: no rules, great text...”. Touché... Enfim, em termos publicitários, poder-se-á dizer que é um mercado muito apetecível.
Em suma, observa-se que, apesar de grandes dificuldades, há uma esperança baseada em factos que demonstram que os programas open-source serão uma realidade a curto prazo. Para além de terem adjacentes poupanças que advêm do facto de serem livres, há também uma esperança de benefícios informáticos atendendo a uma maior abrangência de públicos que podem fazer o download destes programas sem estarem a cometer nenhuma ilegalidade. Em termos profissionais haverá mais qualidade na produção, rapidez de processos e eficiência na utilização de recursos – características provenientes de um maior convívio com estes programas em esferas que não se resumem apenas à do emprego porque há a possibilidade de os terem nos PC’s em casa – afinal são programas gratuitos! Por fim, acredita-se que a competição entre esferas comerciais e as de open-source será benéfica para o mercado em geral e para os utilizadores em particular...
Fonte: O Despertar
quinta-feira, dezembro 06, 2007
Região Norte TV - uma prenda antes do Natal

As emissões da Região Norte TV vão arrancar ainda antes do Natal. A garantia é deixada pela TV Tel, que agendou para o próximo dia 12 a apresentação oficial do canal, que marca a entrada da operadora de cabo e satélite sedeada no Norte do país na área da produção de conteúdos televisivos.
Fonte: M&P
sexta-feira, novembro 30, 2007
TV Cabo lança novo canal este Fim de Semana
Phone-ix os CTT já estão na moda!
terça-feira, novembro 27, 2007
Controlinveste: Aposta nas multi-plataformas
Fonte:
M&P
quarta-feira, novembro 21, 2007
Canal PT Conteúdos apresenta-se na TV Cabo
Fonte: M&P
Da Velocidade da era do Gadget à Info-exclusão
Perante o grau de informação que, actualmente, transborda dos ecrãs da nossa vida, há já quem lhe relacione movimentos como o ultra-politizado Agenda Surfing – frase proferida por José Sócrates para caracterizar a preparação que Marques Mendes fazia para discutir o estado da nação nos debates na Assembleia da República. Mas se pensarmos acerca deste aspecto chegamos à conclusão que desde a revolução industrial as máquinas têm vindo a alterar a vida das sociedades ocidentais.
A frase: “Run Forest, Run...” que Jenny (Robin Virginia Wright) diz a Forrest (Tom Hanks) no Filme Forrest Gump, de Robert Zemeckis, parece ser a que mais se adequa à realidade que vivemos hoje porque, desde tempos históricos, há uma substituição de hábitos ancestrais por máquinas que pautam o ritmo da nossa vida quotidiana, acelerando-a, substituindo-a, padronizando-a com actividades, por vezes supérfluas – aspecto que causa uma alteração irreversível do senso comum e a experiência vivida. Por isso, as transformações e mutações tecnológicas que imanam da actualidade das nossas vidas são apenas o acentuar de tendências ancestrais onde a novidade não reside na mediação tecnológica mas numa maior aceleração de ritmos de vida e do acesso imediato a dados com possibilidades interactivas.
Não é por acaso que existe um velho ditado que afirma que a história se repete. No entanto, aqui, podemos ver que, historicamente, houve momentos em que uma busca por uma certa essência cultural prevaleceu sobre a mediação das ferramentas tecnológicas; por exemplo, e de acordo com Adorno e o resto dos seus “colegas” da Querela Alemã, a cultura corria sérios riscos de perder as características que caracterizam a sua essência enquanto “uma cultura pura” sem nenhuma infiltração danosa proveniente da mediação técnica. Com estes estudiosos havia uma certa crítica que é feita ao comportamento humano porque estes investigadores observavam que o homem não consegue evitar uma constante necessidade de aceder à documentação impressa e aos funcionalismos tecnológicos.
“Um dia ninguém nos conhecerá melhor do que o nosso software”, afirma Rui Cádima acerca do que o futuro nos reserva. Aqui, gostaria de fazer um parênteses para destacar que nesta “Era da Informação” as novidades residem numa grande quantidade de informação, onde a “execução imediata” é o ponto de partida para transformações sociais; onde, num mundo laboral, se destaca a, cada vez mais presente, implementação do computador e de redes que fazem com que a valorização criativa e cognitiva tenham a tentação de resvalar para um exagero técnico. Há já algum tempo que se sabe que a interactividade é a base do sucesso do multimédia; aqui, observa-se que há a substituição de velhas relações hierarquizadas de uma forma feudal por outras que as disfarçam. Por exemplo, no fenómeno do “Trabalhador de Portfolio” (Charles Handy) o empregado passa a ser um “caracol não sindicalizado” representativo de um funcionário pertencente a um futuro onde o emprego passa a ser quase uma religião porque há fé em algo que não é presente fisicamente de uma forma constante.
Hoje, vemos que uma grande percentagem da empregabilidade se resume à palavra “precariedade” porque há uma inaparente obrigação de uma constante adaptação (aspecto que não está relacionado com factores didácticos) através de um nomadismo que faz com que aspectos ancestralmente acolhedores como a família sejam sujeitas à utilização de gadgets para a realização das suas comunicações interpessoais. No entanto, numa visão inversa, se pensarmos na questão do afamado “cidadão do mundo” esta ideia de nomadismo comunicacional ajuda a retirar a pertença territorial que ainda nos caracteriza como seres humanos... mas isso serão contas de outro rosário.
Info-exclusão
Hoje observa-se a existência de um grande investimento por parte das empresas e dos poderes políticos para modernizar as estruturas (redes, etc.); no entanto, as velocidades de implementação diferem de país para país de acordo com o seu poder financeiro. Há esforços para implementar sistemas de intranet em pólos empresariais, também se verifica que as escolas e os serviços públicos são alvo prioritários das preocupações dos governos. As operadoras móveis têm projectos (e-escol@) em que os sistemas de banda larga sem fios são oferecidos com portáteis a baixo custo. Se pensarmos na questão da Internet e da progressiva implementação do wireless observa-se que, já no século XVIII, Karl Marx afirmava que “ tudo o que é sólido se desmancha no ar”.
Em termos políticos, observamos que actualmente há realidades que ficam por ser apenas boas intenções porque existe uma desmesurada preocupação pelas questões tecnológicas – aspecto que descura os outros assuntos mais trabalhosos (educação, alteração de hábitos sociais, etc.). Em termos de formação verifica-se que há um enfoque baseado demasiadamente numa perspectiva de saber manusear as máquinas e os respectivos programas (software); esta ideia faz com que assuntos como a reflexão e a criatividade fiquem num plano secundário.
A preocupação de aliar as funcionalidades da Interactividade faz com que o ecrã deixe o panorama pixelizado da antipatia do Spectrum para passar a ser uma parte da solução e assim deixa de “usar a capa do causador de problemas” para sempre. Com o computador a deixar de ser “barreira” há uma transparência que faz com existam novas formas de aliar os tecnófobos nas fileiras do info-incluídos. Observa-se que, actualmente, a preocupação das empresas passa pelos tecnófobos mais jovens que ainda não conseguiram assimilar o conceito de que nos próximos anos nenhuma realidade profissional sobreviverá fora dos benefícios da tecnocracia da rede binária. “As auto-estradas da informação são essenciais para o desenvolvimento da Sociedade”, afirma, acerca da importância deste propósito, Derrick de Kerchove.
Hoje, observa-se que a palavra “convergência” é a grande preocupação das empresas; no entanto, esta realidade só se conseguirá se o “elo de ligação” for a Internet. Em termos práticos, esta característica verifica-se no crescente número de aplicações e softwares que transportam realidades provenientes da televisão e do computador para as de fenómenos de comunicação nomádica como acontece com os iPod’s, PDA’s, PSP’s telemóveis, etc. Aqui, há uma transformação na maioria das tarefas que eram, habitualmente, desempenhadas em realidades físicas fixas como o PC e os leitores de VHS, DVD, etc.
Para além deste aspecto observa-se que, actualmente, há uma tentativa de diminuir o fosso entre os países “info-ricos” e “info-pobres”, porque se sabe que a revolução digital dará lugar a um novo tempo e a uma nova sociedade (tanto em termos individuais como colectivamente) que se revelam diferentes do que conhecemos até agora – a Sociedade da Informação. Esta será caracterizada pela conectividade, dominada pelo mundo virtual e pela Internet onde há uma abundância de conteúdos que serão aspectos determinantes para a produtividade, criatividade, mobilidade, e competitividade – aspectos que servirão de alicerces para esta nova sociedade.
No entanto, é necessário superar alguns dilemas, que enumeramos neste artigo, para que se consiga o sucesso na implementação desta nova tribo nomádica. Em suma, podemos dizer que se estes problemas ficarem resolvidos, esta geração ficará para a história, com lugar reservado à beira dos que implementaram a Spinning Jenny (máquina de tecelagem industrial utilizada na Inglaterra nos sécs. XVIII e XXI), como propulsores do início de uma nova sociedade, de um novo tempo...
Fonte: "O Despertar"
quarta-feira, novembro 07, 2007
Vida Interior de Martin Frost & luz, mensagens e atmosferas...
Acaba de estrear nas salas de cinema de Portugal o filme The Inner Life of Martin Frost (A Vida Interior de Martin Frost) do escritor/realizador nova iorquino Paul Auster. Esta última extravagância tem, como narrativa muito anti-hollywoodesca, uma história de um famoso escritor que procura a afamada tranquillité para descansar e acaba por descobrir a maior aventura da sua vida.
Por falar em tranquilidade, quem não se lembra da introdução excessivamente cervantesca do filme Chocolate, do realizador sueco Lasse Hallstörm; o mesmo que realizou filmes como “Chegadas e Partidas” (Shipping News), Casanova, Aprendiz de Sonhador (Gilbert Grape) - obras que têm a particularidade de transportar o público para um mundo de sonho, onde a iluminação tem um papel ainda mais crucial no decorrer da criação das atmosferas que compõem a totalidade das narrativas.
Chocolate Trailer
Já Henri Alekan, afamado iluminador da história da cinematografia francesa, falava da importância da iluminação para passar a mensagem desejada. “A luz verdadeira nem sempre é a luz justa. Assim, ela deve ser reinventada”, afirmava.
Historicamente, podemos ver que, já no início do século passado, Serguei Eisenstein tinha pensamentos muito vincados sobre a importância de uma correcta iluminação para criar uma cor que pudesse fazer com que cada elemento se tornasse “no protagonista do momento presente”. Se pensarmos em filmes como O Couraçado de Potemkine e Ivan o Terrível poder-se-á afirmar que a obra deste realizador se resume à expressão “Conflito!”.
O Couraçado de Potemkine
É verdade que, em termos de edição, Eisenstein monta de um modo directo e seco; no entanto, no capítulo da iluminação – apesar de ter contrastes muito acentuados – há uma teatralidade que está cada vez mais presente à medida que a sua obra se vai desenvolvendo. Este aspecto poderá ser visto com ainda mais veemência nos filmes Ivan o Terrível I e II – os últimos filmes da sua curta vida. Aqui, as personagens são hiper-teatralizadas através dos movimentos, projecção de sombras, maquilhagem, encenações e até na linguagem de planos utilizada pelo realizador.
Nestas obras, apesar da iluminação funcionar por assimetrias assumidas ao longo da película, há momentos em que a luz cria um ambiente cuja plasticidade nos remete para um mundo onde imana uma sensação de artificialidade que só poderá ser encontrada nas esferas das narrativas fantásticas. No entanto, apesar de existirem simetrias, será que a cor é única? Não. Por exemplo, em Nosferatu (1922 – Realização F.W. Murnau) observa-se que há cores que caracterizam cada momento de acordo com as necessidades que compõem a trama deste filme. Por exemplo, no famoso plano do amanhecer na embarcação que transporta o Vampiro - Conde Orlok (Max Schreck), que é feito em contrapicado (para se conseguir uma sensação de pequenez no público) há um tom azul de tal forma profundo e generalizado que o espectador sente que a criatura consegue cessar o resto da acção, sendo ela o enfoque de tudo o que a rodeia.
Ela é: o mastro, a face, as garras, as velas, as cordas, a roupa, etc.; enfim, Nosferatu transforma-se numa atmosfera. Esta histórica versão não autorizada de Dracula de Bram Stroker é um caso paradigmático da história do cinema pela importância que Murnau deu ao tratamento preciosista da iluminação para criar atmosferas únicas. Poucos se não lembrarão das garras projectadas nas paredes da pensão na cena da dentada!
Nosferatu
No entanto, seria de todo injusto não falar de D.W. Griffith – o primeiro realizador babilónico (em todos os sentidos) de Hollywood. Dos seus filmes, estilo Vaudeville, gostaria de destacar o caso d’O Lírio Quebrado (1919) porque é uma das primeiras obras em que há uma preocupação com a iluminação e com a cor. Aqui, há a frequente utilização do sépia e do verde de acordo com vários momentos da narrativa; os tons esverdeados são utilizados em momentos de acção mais acentuada, enquanto que o sépia é referente à estagnação e a momentos considerados meramente informativos. Ao falarmos de iluminação e na criação de atmosferas, deve-se referir o pertinente espólio de Francis Ford Coppola - realizador unanimemente considerado como um monstro pictórico na arte da cinematografia. Por exemplo, no seu filme Dracula de Bram Stroker, na sequência em que Vlad Tepes descobre que a sua noiva Elisabetha se suicidou, há um plano picado em que a existência de uma jura virada para os céus a amaldiçoar Deus denuncia a chegada de tempos tenebrosos, com o vermelho a caracterizar progressivamente todos os elementos que compõem o espaço. Aqui, na vasta obra deste realizador, podemos fazer uma comparação contrastante com o início do Padrinho II, onde, nas cenas em que se revive a infância de Don Vito Corleone, há uma alegria contagiante, aparentando-se um convite ao público para um regresso à infância; esta característica mantém-se até ao momento em que o rapaz foge para os EUA, para dar início à saga que afamou o nome de Coppola...
Por fim, ao referirmos ambientes pictóricos, há que destacar a obra de Brian De Palma; aqui, gostaria de sugerir dois momentos, em duas obras distintas. No filme Os Intocáveis há uma introdução à cidade de Chicago, nos anos 20 do século passado, com um brilho muito vivo e uma limpeza que é abruptamente interrompida com uma ruptura estonteante que nos leva por uma viagem em catarse pelo mundo da máfia de Al Capone. Em La Femme Fatale, uma obra muito noir, De Palma recorre ao já típico grau de brilhantismo que imana dos elementos; aqui, o realizador cria um assalto numa cena onde contracenam Rebecca Romijn e Rie Rasmussen; nela, os planos apertam-se à medida que as tentações carnais são retratadas de uma forma tão confluente que faz com que cada elemento que compõe a cena seja, gradualmente, parte culpada do roubo de um colar de ouro porque a totalidade do cenário acaba por adquirir um tom dourado à medida que se atinge o clímax da narrativa – que é naturalmente o assalto. No entanto, a relação do tratamento da luz e dos movimentos da objectiva faz que com haja um hiato entre o real e a ficção tão diminuto que surgem dúvidas em relação à origem maligna desta cena.
Os Intocáveis
Dracula de Bram Stroker
N’ A Vida Interior de Martin Frost, tal como acontece nas obras de De Palma e de Hallstörm, Paul Auster utiliza uma iluminação que cria um ambiente tranquilo onde o brilho que imana demonstra a pureza do lugar onde decorre a narrativa. No entanto, há um certo grau de solidão que se começa a manifestar frame a frame até que numa manhã Frost descobre uma misteriosa mulher deitada ao seu lado. Martin apaixona-se loucamente por esta misteriosa musa – o que o leva a escrever a sua obra mais completa; no entanto, à medida que o desenvolvimento da sua história entra em catarse a iluminação, que começou por ser baseada em cores graficamente quentes e confortáveis, entra nas esferas provenientes da luta ancestral baseada no preto e no branco; historicamente, este aspecto denuncia a iminência de um fim trágico.
Aqui, podíamos lembrar as atmosferas dos filmes Million Dollar Baby e Mystic River, do norte-americano Clint Eastwood, onde há uma “jigajoga” entre o claro e o escuro (aspecto que provém do expressionismo alemão e dos filmes noir), que faz com que a passagem entre o realismo e o fantástico seja diminuta e, por isso, repentina. Aqui, há um jogo baseado num vice-versa de fortes contrastes luminosos que faz com que haja uma atmosfera onde existe uma aparente luta entre o bem e o mal. Ou, como acontece no caso de Martin Frost, entre o outer self e o inner self. No entanto, como disse Chklovski, poder-se-á afirmar que na obra “Cinema”, tal como acontece em qualquer arte, estamos perante “uma soma de processos”. “And that’s how the cookie crumbles!” (Jim Carrey – Bruce o todo Poderoso).
sexta-feira, novembro 02, 2007
TV Digital chega aos telemóveis

Fonte: CM
quinta-feira, outubro 25, 2007
Hollywood leva hacker a trair a BiTorrent
Fonte: Wired
ERC - Preocupados com as novas plataformas comunicacionais
Fonte: DN
Oink foi encerrada!
Fonte: Público
TVI Constroi Cidade Cenográfica
Fonte: JN
sexta-feira, outubro 19, 2007
«A BOLA on-line» no seu PDA
Al Gore - O Monstro da Comunicação
Well done Al!
quarta-feira, outubro 10, 2007
Labcom - publica livro acerca do jornalismo digital

O livro Jornalismo digital de terceira geração reúne os artigos apresentados durante as “Jornadas Jornalismo On-line.2005: Aspectos e Tendências”, durante os dias 25 e 26 de Novembro, na Universidade da Beira Interior, Covilhã (Portugal). Além dos artigos dos seis participantes das Jornadas (Anabela Gradim, António Fidalgo, Concha Edo, Jim Hall, João Canavilhas e Suzana Barbosa), o livro agrega mais duas importantes contribuições produzidas pelos autores brasileiros Elias Machado, Marcos Palacios e Paulo Munhoz. De um modo geral, os textos que integram este livro-colectânea reflectem a evolução do jornalismo digital.
Veja aqui
Universidade Lusofona cria vídeo para auxiliar a PJ no caso Maddie

Paulo Sargento e Pedro Gamito, professores de psicologia forense na Universidade Lusófona de Lisboa, fizeram um estudo científico e criaram um vídeo que mostra o Ocean Club a três dimensões. O objectivo foi mostrar que espaço é o aldeamento onde o casal McCann e os amigos passavam férias e que movimentações podem ter feito no dia em que se perdeu o rasto de Madeleine.
quinta-feira, outubro 04, 2007
segunda-feira, outubro 01, 2007
Y Dreams - vídeos interactivos

Só para calar os mais cépticos que dizem barbaridades como: Isto da novas tecnologias da comunicação é só uma moda. Como diriam os Americanos: You can run but you can't hide...
quarta-feira, setembro 26, 2007
Um nome, várias realidades...
Historicamente, podemos lembrar os feitos da personagem clássica grega, “Simonides”, que, de acordo com a lenda, tinha uma grande capacidade da prática da oratória, que unida a uma escolha contextual precisa, contava histórias em que a combinação da realidade com a imaginação transformava a narrativa numa que os seus ouvintes consideravam como verdadeira – passava a ser um aspecto pessoal; já era algo da sua pertença. Assim, observamos que a capacidade de contar histórias, desde o classicismo, depende das mediações tecnológicas (que servem de contextos) que acompanham a acção narrativa perante o público. Por isso, poder-se-á observar que, como sempre, as respostas a estas necessidades encontram-se na análise das práticas do consumidor por parte de quem produz conteúdos (será uma visão periférica; portanto).
Por isso, aqui, podemos aferir que a convergência dos novos modelos de comunicações inter-pessoais com a televisão é uma realidade ponderada e antecipada pelas empresas que produzem as novas realidades comunicacionais. No entanto, levantam-se novas e múltiplas questões de natureza tecnológica porque, apesar dos crescentes avanços, há o receio da inovação – fruto de uma competitividade entre as várias empresas, que desaparecerá com a criação de multiplexes (uniões) comerciais onde todos poderão ficar a ganhar sob um só nome - aqui pode-se referir o exemplo da: Google.
segunda-feira, setembro 24, 2007
Web 2.0 espelho da Sociedade Portfolio! O IEFP da ciber-espaço
Dos milhões de utilizadores que navegam numa Internet, cada vez mais sugestiva - e deste universo deve-se enfatizar o papel dos bloggers (que estão, constantemente, a ver e a expor erros desta realidade) - constitui-se por exemplo, uma das bases de emprego para as questões de ética que começam a preocupar a Google (que, actualmente, detém o YouTube). Aliás, é bastante comum existirem campanhas de captura de talentos na Internet para angariarem funcionários num novo sistema que é definido como: “O Trabalhador de Portfolio.” Neste contexto, consagra-se uma realidade que já se vive, há anos, na área da comunicação – o trabalho em sistema de free-lancer. Aqui, podemos destacar funções como: jornalistas, operadores de câmara, designers, editores de vídeo, apresentadores, etc. Prevê-se que, neste sistema de empregabilidade, num futuro próximo, as empresas sejam constituídas por um núcleo base (formado por um número reduzido de efectivos altamente qualificados) e o restante do trabalho será executado em sistema de outsourcing.
Hoje em dia, estes aspectos já podem ser vistos, por exemplo, com a produção de conteúdos nos canais televisivos porque, na realidade, estes só produzem informação. A maior parte da programação (concursos, novelas, séries, etc.) é proveniente de produtoras/projectos externas/externos e será nesta realidade que se inserem os “trabalhadores de portfolio”. Estes profissionais trabalham por conta própria e “comercializam” o seu talento a vários clientes. Nesta realidade de funcionalismo, há uma rejeição à segurança de um “emprego fixo” pela alegria de trabalharem, apenas, em torno do que acreditam e por um desejo da liberdade de escolha ilimitada.
Ao vermos o universo: Web 2.0 verifica-se que já está, há algum tempo, a contratar criativos que trabalhem neste sistema para colaborarem com a empresa nos seus projectos. Aqui, já estamos perante o aspecto funcional de um dos sonhos que os empresários têm como dado adquirido na empregabilidade do futuro. Hoje em dia, os funcionários que trabalham “à tarefa” – universo composto por milhares de recém-licenciados, já podem servir de exemplo para o que o futuro reserva às gerações vindouras. Será que é a era do Power to the People?
Gadget TV - do sedentarismo passivo ao nomadismo audiovisual
Por isso, aqui, poder-se-á concluir que o conceito de “Egocasting” significa que o telespectador está, gradualmente, a transformar-se num editor e difusor dos conteúdos que disponibiliza para a comunidade. Aqui, tal como Francisco Rui Cádima, poderemos chegar à conclusão de que este tipo de comportamentos são originários de “uma estratégia narcísica, de afirmação dessas mesmas identidades individualizadas ou mesmo uma (...) hiper-personalização dos novos actores e dos seus desempenhos.”
Em suma, poder-se-á observar que, com naturalidade, os sistemas nomádicos comunicacionais estão, progressivamente, mais presentes nos mercados europeus – fazendo já parte do panorama audiovisual. No entanto, há que ter a certeza de que a sua veiculação para a coesão social, para o combate à info-exclusão e para a inclusão digital seja assegurada – aspectos que já estão a acontecer através das previsões da Comissão Europeia – porque, sem estas directrizes, como conseguir que as tecnologias de informação e comunicação sejam utilizadas por todas as pessoas? Sem que estes cuidados sejam precavidos, nunca passaremos de Neanderthals, com tecnologias nómadas, numa busca de uma perfeição comunicativa, em termos audiovisuais, entre os pedaços que sobraram de um serviço analógico que nunca mais existirá...
terça-feira, setembro 18, 2007
Público: este spot não foi feito ao acaso!
Veja os serviços que compõem estes projectos.
Aguardem... aguardem. O Público (Jornal, blog, Internet whatever) vai realmente ser mais do que um jornal...
IPTV em Portugal - FAQ Vídeo
Depois da hipótese de televisão interactiva da TV Cabo – em pareceria com a Microsoft – ter falhado na década de 90, aparecem os projectos MEO (PT) e a SmarTV (Sonaecom) - actualmente consideradas as pioneiras da IPTV (televisão por protocolo de internet)em Portugal.
Veja os serviços que compõem estes projectos.
Al Gore ganha um emmy com a Current TV
Current TV (Criação de Al Gore) - “The TV Network Created By The People Who Watch It ganha um Emmy na categória de: "serviço de televisão interactiva"
Passage 0.1 num MUNDO 4ever 2.0

O homo convergens
Assiste-se, desde o início deste século, à transformações nos usos que estariam associados, do ponto de vista do público, a hábitos individuais (tradicionalmente associados à literatura) e colectivos (media clássicos – rádio, TV) para processos que podem ser caracterizados pela conectividade e pela interactividade – computadores, comunicações interpessoais – enfim, realidades dominadas por marcas multinacionais.
Aqui, observa-se que com o uso de computadores realidades como discografias, livrarias, etc. – aspectos baseados na memorização – são transformadas em realidades onde a produção é dominada pela inteligência.
Hoje, como ontem na antiguidade clássica (com o recurso ao ábaco – esse calculador de madeira, ferro e pedra criado no fogo Olimpo), a interactividade actual está disponível por meio da numerização.
- Trata-se , portanto, de: 0 e 1’s não é? Como um fluxo! – perguntará o leitor.
Sim. Posso dizer-lhe que é uma realidade semelhante a do dinheiro: esse verdadeiro dominador globalizante.
- Ah, então, estamos perante um elo, uma união! – exclamará o leitor.
Mas é claro. Ao observarmos uma realidade como o dinheiro, observa-se que ele permite uma convergência a vários níveis de múltiplas indústrias como: a rádio, os computadores, a televisão e o telefone. Aqui, podemos observar que há uma convergência a três níveis: um que funciona a nível numerário (tanto em termos de investimento monetário como no que se refere à quantidade de participantes), outro a nível dos conteúdos e do recurso às plataformas e uma acerca dos utilizadores.
- Com esta(s) convergência(s), será que estamos perante denominadores comuns que funcionam como formulas matemáticas aplicados à realidade comunicacional? – perguntará o leitor.
Sim. Mas esta história não é recente! Aqui, podemos ver que as estadas romanas foram o início do desejo das infra-estruturas globais ligadas em rede. Com elas começava, então, o aumento do fenómeno comunicativo. Após dois mil anos, uns paços sobre a água (por Um) e outros sobre a lua (por outros) vemos que com os PC’s há um tratamento matemático de toda história da humanidade que tem como denominador comum (meta): o digital em termos globais! Porque, aqui, podemos ver que há uma combinação de todos esses elementos. Em suma, na ultima década, as inovações em (re)produções de realidades – onde, para alem das que já foram referidas, destaco a dos conteúdos virtuais 3D – dão origem à criação de elementos que se podem definir como: “jogos com a psicologia da percepção”.
Conclui-se que com o crescimento da troca de conteúdos variados há um incremento de fenómenos comunicativos. Mas qual é a intensidade destes? Será que quantidade é igual a qualidade? Será que é isto que faz falta à humanidade? Com a existência de modelos alternativos não se deveria conseguir fazer uma experiência mais rica? Sem estas reflexões, nunca seremos mais do que faróis cegos com uma visão periférica sobre um mundo que não vemos e que sobretudo não compreendemos...
sexta-feira, setembro 14, 2007
DarfurLive - uma televisão que se alimenta da crise?!
terça-feira, setembro 11, 2007
e ainda dizem que o jornal O Público que é mais do que um simples jornal

O jornal Sun anunciou hoje o lançamento de um cartão de crédito pré-pago "para ajudar os leitores a combater o crescente problema de endividamento."
Fonte: M&P
Marketing machista?!

Os fabricantes e vendedores de produtos electrónicos poderão vir a perder cerca 885 milhões de euros já este ano pelo facto de não estarem a comunicar de forma eficaz com o target feminino.
Fonte: M&P
Tempo das "Vacas Magras"... mas só para alguns!

A RTP recebeu nos últimos cinco anos cerca de 642,6 milhões de euros em indemnizações compensatórias, valor que o Governo atribui ao abrigo do contrato de concessão de serviço público. Ao montante há que somar os 423,6 milhões de euros provenientes da taxa de contribuição audiovisual que a estação pública encaixou desde 2003.
Fonte:
quinta-feira, setembro 06, 2007
Filme criado no Second Life é comprado pela Warner

A HBO, canal detido pela Time Warner, comprou o filme "My Second Life: the video diaries of Molotov Alva", por um valor, ainda não divulgado em dólares". Noticia Reuters. Este trabalho narra a história de um homem que desaparece da sua casa na Califórnia, e que começa a produzir e enviar videos a partir de Second Life."
"É possível construir ambientes visualmente ricos e densos em tempos incrivelmente reduzidos, e trabalhar em colaboração usando as ferramentas de Second Life,” disse Douglas Gayeton, realizador.Cada um dos 7 episódios de "My Second Life" explora uma sub-cultura diferente no mundo virtual.
Veja aqui a estreia
quarta-feira, setembro 05, 2007
Políticos online com a SAPO
"Anima-nos muito competir com as maiores empresas do mundo", referiu ao JN João Paulo Luz, director comercial do portal. "É um motivo de celebração, mais do que contarmos mais um ano", acrescentou.
Fonte: JN
terça-feira, setembro 04, 2007
Super Programas - A morte do Prime Time

Será este o: "Último suspiro antes do fim." Nunca se deve esquecer que, ao longo da história, quando se está na eminência de ser ultrapassado chegam as macro-realidades; aconteceu com: Barcos a Vapor, Dinosauros, Pirâmides, Canhões, Coches (puxados a cavalo) etc... Enfim, realidades que nasceram na mente de Darwin.
Fonte: JN
segunda-feira, setembro 03, 2007
Second Life na Universidade do Minho

Paulo Frias, Universidade do Porto
Apple-1/ Sony-0 - The clash of the titans begins
quinta-feira, julho 26, 2007
MyGames - programa Crossmedia arranca na SIC Radical!

Ocanal do cabo da chancela SIC dirigido ao público jovem estreia hoje, pelas 21 horas, o "radical.mygames.pt". O magazine de 25 minutos, apresentado por Diogo Beja.
Francisco Pinto Balsemão afirma: "a rede mygames é um projecto cross media, já que vai ter presença na Internet, na Imprensa e na televisão."
O portal promete uma oferta similar aos jogos disponibiizados pelas consolas "Playstation", de que são exemplo "Call of Duty ", "Command & Conquer Tiberium Wars", "Counter Strike" e "Warcraft". O modelo de negócio inclui pagamento por jogo e uma subscrição mensal.
Fonte:
quarta-feira, julho 25, 2007
ASAE deixa as feiras e passa para a pirataria informática

Três sites portugueses que serviam de plataformas para pirataria informática e troca ilegal de ficheiros foram encerrados pelas autoridades nacionais numa operação que afectou 200 mil utilizadores, anunciou hoje a Polícia Judiciária (PJ).
Fonte: Público
Man Utd. já contrata pelo Youtube

Rui Farias, Rui Barros, Sheu etc. Já eram? O Manchester United reforçou hoje as camadas jovens ao contratar um menino britânico de 9 anos, depois de ter visionado um vídeo seu no conhecido site YouTube. Fonte: abola |
ERC - não facilita nas grelhas televisivas...

Fontes: jn
terça-feira, julho 24, 2007
YOUTUBE - crucial para as eleições nos EUA

As coisas já não são o que eram...
Fonte: DN
Exemplos práticos de formação de Multiplexes Empresariais das Indústrias da Comunicação

O grupo Prisa já tem 94,39% do capital da Media Capital. Chega assim ao fim a OPA obrigatória da Prisa, lançada em Maio através da Vertix, ao grupo de media proprietário da TVI.
Em: M&P
segunda-feira, julho 23, 2007
TDT - o início das convergências empresariais

Francisco Pinto Balsemão, presidente do grupo Impresa, proprietário do canal de televisão SIC considerou viável a criação de um consórcio entre a sua estação, a TVI e a RTP para que a obtenção de licenças para a Televisão Digital Terrestre (TDT) fosse um sucesso.
fonte: DN
"If you can't beat them, join them."
Chiquititas invadem o ciber-espaço

mas que bem...
estreia on-line da novela Chiquititas diponível na Internet em: http://sic.sapo.pt/chiquititas/chiquititas_live.html
COPE - "Copy Once Publish Everywhere" Paul Zazzera, CEO da revista TIME, em 1996.
Será este o primeiro exemplo prático da nova filosofia do "Patrão" da SIC. Francisco Pinto Balsemão em Meios & Publicidade.
Consulte a entrevista online em: meios&publicidade
quarta-feira, julho 18, 2007
Algarve, agora no PDA (dos outros)

Por estas e por outras, desenvolveu-se o serviço algarvemobile - fruto de uma parceria entre o Centro Regional para a Inovação do Algarve, Universidade do Algarve e várias empresas ligadas ao ramo hoteleiro desta região. Mais um serviço desenvolvido por portugueses para os ingleses utilizarem. Desfrutem...
Consultem o site: www.algarvemobile.com
terça-feira, abril 24, 2007
NOITES DE INFÂMIA NA RTP DOIS


No entanto, por vezes, encontro-me envolto em raciocínios que me direccionam para regimes onde, ainda, existem estas realidades repudiantes. Lembro-me de países como: Ruanda, Uganda, Jugoslávia, Timor, EUA (com os “pseudo-prisioneiros” políticos em Guantanamo), Coreia do Norte, China, Índia, Afeganistão, Israel, Síria, Iraque, etc…
Todos regimes (directa ou indirectamente) totalitários…
Imaginemos uma conversa de café entre George Bush e Hitler:
Bush afirma: “Uma ditadura é um regime bem mais fácil; não tenho qualquer dúvida nisso.”
Hitler concorda: “Pois, é tão bom quando há regimes em que as pessoas que dominamos não pensam…”
Bush alvitra: “Nos EUA não se confia em estrategas para planearem as nossas decisões; nós atacámos!”
Hitler termina: “Eu uso emoção para muitos e reservo a razão para poucos!”
Estas citações foram retiradas dos seguintes sítios na Internet:
http://www.brainyquote.com/quotes/authors/a/adolf_hitler.html
http://www.brainyquote.com/quotes/authors/g/george_w_bush.html.
segunda-feira, abril 23, 2007
COBAIN: Documentário no IndieLisboa

quarta-feira, abril 18, 2007
Wii & Television

Como funcionalidades de jogabilidade, há a permissão de fazer o download de jogos clássicos, através da Virtual Console - e aqui vem um comando sem fios (conhecido como Wii Remote), um de Nunchuck e uma espectacular colecção de cinco jogos Wii Sports num único disco.
sexta-feira, abril 13, 2007
SIN CITY 2

Iremos ver, mais uma vez, o "Noir" «policial com as características
No primeiro filme, em termos dramáticos, houve a convergência de três momentos (estórias) que são, de um certo modo, independentes. Cada um pressupõe uma curta introdução sem que isso implique uma ordem cronológica embora haja momentos de contacto entre todas as narrativas. A obra inicia-se com "The Customer Is Always Right", justapondo-se, imediatamente, o genérico inicial. Segue-se "That Yellow Bastard" e "That Hard Goodbye" – narrativa que completa a primeira e passa para "That Big Fat Kill" – que termina a segunda.
No filme Sin City assistimos ao uso de câmeras de alta definição, com cenários virtuais que permitiram que a aplicabilidade de elementos secundários fosse uma realidade na fase de pós-produção.
Esta combinação fez com que Sin City seja um dos poucos filmes inteiramente digitais. Outro aspecto a realçar é o facto de, inicialmente, esta obra ter sido filmada a cores, e depois convertida para preto-e-branco de alta qualidade.
quinta-feira, abril 05, 2007
Eisenstein encontrou o OVO da Páscoa... em Odessa.
Clique no Still para ver um vídeo da seq. da Escadária de Odessa do Filme Couraçado Potemkin(...) e de repente já havia: justaposição de planos, panorâmicas, travelling's, subjectividade na captura das sequências, slow & fast motion's, suspense, várias narrativas em paralelo, etc ... Estávamos, assim, perante todas as regras que compõem o manancial da edição moderna. Obrigado, Eisenstein.
Your's Truly the big & small screen industry.
segunda-feira, abril 02, 2007
JOOST kill's cable?

O projecto joost consiste muito resumidamente em disponibilizar conteúdos multimédia pela Internet. O interessante é que promete revolucionar a televisão tal como a conhecemos, uma vez que os seus criadores são os mesmos que desenvolveram o skype.
* Mas afinal o que tem isto de novo?
A partir do momento em que o utilizador passa a poder interagir com o canal de televisão, ou até mesmo com outros utilizadores, as possibilidades são gigantescas. Por exemplo, estou em minha casa a ver um documentário na televisão, posso atribuir uma nota, sugerir a um amigo, interagir com ele, avançar/pausar/retroceder em tempo real. Se me fartar, posso fazer uma pesquisa entre todos os conteúdos disponíveis e criar o meu próprio alinhamento de programas.
* As minhas dúvidas quanto ao funcionamento.
Na página oficial do Joost, falam na existência de publicidade. Sendo assim calculo que seja um serviço gratuito, mas haverá a possibilidade de pagar uma mensalidade e retirar toda a publicidade do sistema? E o modo de funcionamento? Ao que parece existe um servidor central que disponibiliza o conteúdo ao utilizador, no entanto, enquanto o estamos a assistir, partilhamos esse mesmo conteúdo com outros utilizadores (p2p). Possibilitara isto um novo meio de partilha de conteúdos ilegais? Os criadores dizem que não… a ver vamos.
* Onde me registo?
De momento está complicado, a não ser que algum amigo já registado os convide. De qualquer forma podem proceder a inscrição aqui.
* Requisitos de funcionamento Microsoft Windows.
Linux e Apple vão ter que esperar.











