quinta-feira, dezembro 06, 2007

Região Norte TV - uma prenda antes do Natal


As emissões da Região Norte TV vão arrancar ainda antes do Natal. A garantia é deixada pela TV Tel, que agendou para o próximo dia 12 a apresentação oficial do canal, que marca a entrada da operadora de cabo e satélite sedeada no Norte do país na área da produção de conteúdos televisivos.

Fonte: M&P

sexta-feira, novembro 30, 2007

TV Cabo lança novo canal este Fim de Semana

A empresa TV Cabo estreia, este sábado, 01 de Dezembro de 2007, o canal de filmes e séries (MOV), com uma emissão 24 horas por dia. Agora, resta questionar-me acerca de qual será a constituição da dita: "programação alternativa" da RTP2? Ou, como diria Tony Soprano:"Maybe they just run out of luck!"

Phone-ix os CTT já estão na moda!

Ficará para a história como o nome: Phone-ix e tem como indicativo o: 922, a que juntam, naturalmente, seis dígitos. Foi lançado, tal como previsto, hoje - 30 de Novembro - e é a linha de identidade do primeiro operador móvel virtual (MVNO) no mercado, que os CTT já desenvolvem há cerca de três meses.


terça-feira, novembro 27, 2007

Controlinveste: Aposta nas multi-plataformas

Um canal de televisão generalista no âmbito do concurso da Televisão Digital Terrestre "porque na televisão não pode haver feudos" e o lançamento da Sport TV3 são algumas das intenções do grupo Controlinveste para o próximo ano. Será caso para dizer ao Joaquim Oliveira (presidente deste grupo de media): "É assim mesmo 'Quim', dá-lhe com tudo o que tens!"

Fonte:
M&P

quarta-feira, novembro 21, 2007

Canal PT Conteúdos apresenta-se na TV Cabo

Durante o mês de Dezembro o Mov, o novo canal de filmes e séries exclusivo da TV Cabo, vai estar disponível para os assinantes do pacote básico da operadora. O canal, cujo lançamento esteve previsto para Novembro, é hoje apresentado publicamente, com estreia agendada para 1 de Dezembro, e estará disponível no pacote Funtastic Life.

Fonte: M&P

Da Velocidade da era do Gadget à Info-exclusão

Perante o grau de informação que, actualmente, transborda dos ecrãs da nossa vida, há já quem lhe relacione movimentos como o ultra-politizado Agenda Surfing – frase proferida por José Sócrates para caracterizar a preparação que Marques Mendes fazia para discutir o estado da nação nos debates na Assembleia da República. Mas se pensarmos acerca deste aspecto chegamos à conclusão que desde a revolução industrial as máquinas têm vindo a alterar a vida das sociedades ocidentais.

A frase: “Run Forest, Run...” que Jenny (Robin Virginia Wright) diz a Forrest (Tom Hanks) no Filme Forrest Gump, de Robert Zemeckis, parece ser a que mais se adequa à realidade que vivemos hoje porque, desde tempos históricos, há uma substituição de hábitos ancestrais por máquinas que pautam o ritmo da nossa vida quotidiana, acelerando-a, substituindo-a, padronizando-a com actividades, por vezes supérfluas – aspecto que causa uma alteração irreversível do senso comum e a experiência vivida. Por isso, as transformações e mutações tecnológicas que imanam da actualidade das nossas vidas são apenas o acentuar de tendências ancestrais onde a novidade não reside na mediação tecnológica mas numa maior aceleração de ritmos de vida e do acesso imediato a dados com possibilidades interactivas.

Não é por acaso que existe um velho ditado que afirma que a história se repete. No entanto, aqui, podemos ver que, historicamente, houve momentos em que uma busca por uma certa essência cultural prevaleceu sobre a mediação das ferramentas tecnológicas; por exemplo, e de acordo com Adorno e o resto dos seus “colegas” da Querela Alemã, a cultura corria sérios riscos de perder as características que caracterizam a sua essência enquanto “uma cultura pura” sem nenhuma infiltração danosa proveniente da mediação técnica. Com estes estudiosos havia uma certa crítica que é feita ao comportamento humano porque estes investigadores observavam que o homem não consegue evitar uma constante necessidade de aceder à documentação impressa e aos funcionalismos tecnológicos.

“Um dia ninguém nos conhecerá melhor do que o nosso software”, afirma Rui Cádima acerca do que o futuro nos reserva. Aqui, gostaria de fazer um parênteses para destacar que nesta “Era da Informação” as novidades residem numa grande quantidade de informação, onde a “execução imediata” é o ponto de partida para transformações sociais; onde, num mundo laboral, se destaca a, cada vez mais presente, implementação do computador e de redes que fazem com que a valorização criativa e cognitiva tenham a tentação de resvalar para um exagero técnico. Há já algum tempo que se sabe que a interactividade é a base do sucesso do multimédia; aqui, observa-se que há a substituição de velhas relações hierarquizadas de uma forma feudal por outras que as disfarçam. Por exemplo, no fenómeno do “Trabalhador de Portfolio” (Charles Handy) o empregado passa a ser um “caracol não sindicalizado” representativo de um funcionário pertencente a um futuro onde o emprego passa a ser quase uma religião porque há fé em algo que não é presente fisicamente de uma forma constante.

Hoje, vemos que uma grande percentagem da empregabilidade se resume à palavra “precariedade” porque há uma inaparente obrigação de uma constante adaptação (aspecto que não está relacionado com factores didácticos) através de um nomadismo que faz com que aspectos ancestralmente acolhedores como a família sejam sujeitas à utilização de gadgets para a realização das suas comunicações interpessoais. No entanto, numa visão inversa, se pensarmos na questão do afamado “cidadão do mundo” esta ideia de nomadismo comunicacional ajuda a retirar a pertença territorial que ainda nos caracteriza como seres humanos... mas isso serão contas de outro rosário.

Info-exclusão

Hoje observa-se a existência de um grande investimento por parte das empresas e dos poderes políticos para modernizar as estruturas (redes, etc.); no entanto, as velocidades de implementação diferem de país para país de acordo com o seu poder financeiro. Há esforços para implementar sistemas de intranet em pólos empresariais, também se verifica que as escolas e os serviços públicos são alvo prioritários das preocupações dos governos. As operadoras móveis têm projectos (e-escol@) em que os sistemas de banda larga sem fios são oferecidos com portáteis a baixo custo. Se pensarmos na questão da Internet e da progressiva implementação do wireless observa-se que, já no século XVIII, Karl Marx afirmava que “ tudo o que é sólido se desmancha no ar”.

Em termos políticos, observamos que actualmente há realidades que ficam por ser apenas boas intenções porque existe uma desmesurada preocupação pelas questões tecnológicas – aspecto que descura os outros assuntos mais trabalhosos (educação, alteração de hábitos sociais, etc.). Em termos de formação verifica-se que há um enfoque baseado demasiadamente numa perspectiva de saber manusear as máquinas e os respectivos programas (software); esta ideia faz com que assuntos como a reflexão e a criatividade fiquem num plano secundário.

A preocupação de aliar as funcionalidades da Interactividade faz com que o ecrã deixe o panorama pixelizado da antipatia do Spectrum para passar a ser uma parte da solução e assim deixa de “usar a capa do causador de problemas” para sempre. Com o computador a deixar de ser “barreira” há uma transparência que faz com existam novas formas de aliar os tecnófobos nas fileiras do info-incluídos. Observa-se que, actualmente, a preocupação das empresas passa pelos tecnófobos mais jovens que ainda não conseguiram assimilar o conceito de que nos próximos anos nenhuma realidade profissional sobreviverá fora dos benefícios da tecnocracia da rede binária. “As auto-estradas da informação são essenciais para o desenvolvimento da Sociedade”, afirma, acerca da importância deste propósito, Derrick de Kerchove.

Hoje, observa-se que a palavra “convergência” é a grande preocupação das empresas; no entanto, esta realidade só se conseguirá se o “elo de ligação” for a Internet. Em termos práticos, esta característica verifica-se no crescente número de aplicações e softwares que transportam realidades provenientes da televisão e do computador para as de fenómenos de comunicação nomádica como acontece com os iPod’s, PDA’s, PSP’s telemóveis, etc. Aqui, há uma transformação na maioria das tarefas que eram, habitualmente, desempenhadas em realidades físicas fixas como o PC e os leitores de VHS, DVD, etc.

Para além deste aspecto observa-se que, actualmente, há uma tentativa de diminuir o fosso entre os países “info-ricos” e “info-pobres”, porque se sabe que a revolução digital dará lugar a um novo tempo e a uma nova sociedade (tanto em termos individuais como colectivamente) que se revelam diferentes do que conhecemos até agora – a Sociedade da Informação. Esta será caracterizada pela conectividade, dominada pelo mundo virtual e pela Internet onde há uma abundância de conteúdos que serão aspectos determinantes para a produtividade, criatividade, mobilidade, e competitividade – aspectos que servirão de alicerces para esta nova sociedade.

No entanto, é necessário superar alguns dilemas, que enumeramos neste artigo, para que se consiga o sucesso na implementação desta nova tribo nomádica. Em suma, podemos dizer que se estes problemas ficarem resolvidos, esta geração ficará para a história, com lugar reservado à beira dos que implementaram a Spinning Jenny (máquina de tecelagem industrial utilizada na Inglaterra nos sécs. XVIII e XXI), como propulsores do início de uma nova sociedade, de um novo tempo...


Fonte: "O Despertar"

quarta-feira, novembro 07, 2007

Vida Interior de Martin Frost & luz, mensagens e atmosferas...



Acaba de estrear nas salas de cinema de Portugal o filme The Inner Life of Martin Frost (A Vida Interior de Martin Frost) do escritor/realizador nova iorquino Paul Auster. Esta última extravagância tem, como narrativa muito anti-hollywoodesca, uma história de um famoso escritor que procura a afamada tranquillité para descansar e acaba por descobrir a maior aventura da sua vida.
Por falar em tranquilidade, quem não se lembra da introdução excessivamente cervantesca do filme Chocolate, do realizador sueco Lasse Hallstörm; o mesmo que realizou filmes como “Chegadas e Partidas” (Shipping News), Casanova, Aprendiz de Sonhador (Gilbert Grape) - obras que têm a particularidade de transportar o público para um mundo de sonho, onde a iluminação tem um papel ainda mais crucial no decorrer da criação das atmosferas que compõem a totalidade das narrativas.

Chocolate Trailer



Já Henri Alekan, afamado iluminador da história da cinematografia francesa, falava da importância da iluminação para passar a mensagem desejada. “A luz verdadeira nem sempre é a luz justa. Assim, ela deve ser reinventada”, afirmava.

Historicamente, podemos ver que, já no início do século passado, Serguei Eisenstein tinha pensamentos muito vincados sobre a importância de uma correcta iluminação para criar uma cor que pudesse fazer com que cada elemento se tornasse “no protagonista do momento presente”. Se pensarmos em filmes como O Couraçado de Potemkine e Ivan o Terrível poder-se-á afirmar que a obra deste realizador se resume à expressão “Conflito!”.

O Couraçado de Potemkine



É verdade que, em termos de edição, Eisenstein monta de um modo directo e seco; no entanto, no capítulo da iluminação – apesar de ter contrastes muito acentuados – há uma teatralidade que está cada vez mais presente à medida que a sua obra se vai desenvolvendo. Este aspecto poderá ser visto com ainda mais veemência nos filmes Ivan o Terrível I e II – os últimos filmes da sua curta vida. Aqui, as personagens são hiper-teatralizadas através dos movimentos, projecção de sombras, maquilhagem, encenações e até na linguagem de planos utilizada pelo realizador.
Nestas obras, apesar da iluminação funcionar por assimetrias assumidas ao longo da película, há momentos em que a luz cria um ambiente cuja plasticidade nos remete para um mundo onde imana uma sensação de artificialidade que só poderá ser encontrada nas esferas das narrativas fantásticas. No entanto, apesar de existirem simetrias, será que a cor é única? Não. Por exemplo, em Nosferatu (1922 – Realização F.W. Murnau) observa-se que há cores que caracterizam cada momento de acordo com as necessidades que compõem a trama deste filme. Por exemplo, no famoso plano do amanhecer na embarcação que transporta o Vampiro - Conde Orlok (Max Schreck), que é feito em contrapicado (para se conseguir uma sensação de pequenez no público) há um tom azul de tal forma profundo e generalizado que o espectador sente que a criatura consegue cessar o resto da acção, sendo ela o enfoque de tudo o que a rodeia.
Ela é: o mastro, a face, as garras, as velas, as cordas, a roupa, etc.; enfim, Nosferatu transforma-se numa atmosfera. Esta histórica versão não autorizada de Dracula de Bram Stroker é um caso paradigmático da história do cinema pela importância que Murnau deu ao tratamento preciosista da iluminação para criar atmosferas únicas. Poucos se não lembrarão das garras projectadas nas paredes da pensão na cena da dentada!

Nosferatu


No entanto, seria de todo injusto não falar de D.W. Griffith – o primeiro realizador babilónico (em todos os sentidos) de Hollywood. Dos seus filmes, estilo Vaudeville, gostaria de destacar o caso d’O Lírio Quebrado (1919) porque é uma das primeiras obras em que há uma preocupação com a iluminação e com a cor. Aqui, há a frequente utilização do sépia e do verde de acordo com vários momentos da narrativa; os tons esverdeados são utilizados em momentos de acção mais acentuada, enquanto que o sépia é referente à estagnação e a momentos considerados meramente informativos. Ao falarmos de iluminação e na criação de atmosferas, deve-se referir o pertinente espólio de Francis Ford Coppola - realizador unanimemente considerado como um monstro pictórico na arte da cinematografia. Por exemplo, no seu filme Dracula de Bram Stroker, na sequência em que Vlad Tepes descobre que a sua noiva Elisabetha se suicidou, há um plano picado em que a existência de uma jura virada para os céus a amaldiçoar Deus denuncia a chegada de tempos tenebrosos, com o vermelho a caracterizar progressivamente todos os elementos que compõem o espaço. Aqui, na vasta obra deste realizador, podemos fazer uma comparação contrastante com o início do Padrinho II, onde, nas cenas em que se revive a infância de Don Vito Corleone, há uma alegria contagiante, aparentando-se um convite ao público para um regresso à infância; esta característica mantém-se até ao momento em que o rapaz foge para os EUA, para dar início à saga que afamou o nome de Coppola...
Por fim, ao referirmos ambientes pictóricos, há que destacar a obra de Brian De Palma; aqui, gostaria de sugerir dois momentos, em duas obras distintas. No filme Os Intocáveis há uma introdução à cidade de Chicago, nos anos 20 do século passado, com um brilho muito vivo e uma limpeza que é abruptamente interrompida com uma ruptura estonteante que nos leva por uma viagem em catarse pelo mundo da máfia de Al Capone. Em La Femme Fatale, uma obra muito noir, De Palma recorre ao já típico grau de brilhantismo que imana dos elementos; aqui, o realizador cria um assalto numa cena onde contracenam Rebecca Romijn e Rie Rasmussen; nela, os planos apertam-se à medida que as tentações carnais são retratadas de uma forma tão confluente que faz com que cada elemento que compõe a cena seja, gradualmente, parte culpada do roubo de um colar de ouro porque a totalidade do cenário acaba por adquirir um tom dourado à medida que se atinge o clímax da narrativa – que é naturalmente o assalto. No entanto, a relação do tratamento da luz e dos movimentos da objectiva faz que com haja um hiato entre o real e a ficção tão diminuto que surgem dúvidas em relação à origem maligna desta cena.

Os Intocáveis




Dracula de Bram Stroker




N’ A Vida Interior de Martin Frost, tal como acontece nas obras de De Palma e de Hallstörm, Paul Auster utiliza uma iluminação que cria um ambiente tranquilo onde o brilho que imana demonstra a pureza do lugar onde decorre a narrativa. No entanto, há um certo grau de solidão que se começa a manifestar frame a frame até que numa manhã Frost descobre uma misteriosa mulher deitada ao seu lado. Martin apaixona-se loucamente por esta misteriosa musa – o que o leva a escrever a sua obra mais completa; no entanto, à medida que o desenvolvimento da sua história entra em catarse a iluminação, que começou por ser baseada em cores graficamente quentes e confortáveis, entra nas esferas provenientes da luta ancestral baseada no preto e no branco; historicamente, este aspecto denuncia a iminência de um fim trágico.

Aqui, podíamos lembrar as atmosferas dos filmes Million Dollar Baby e Mystic River, do norte-americano Clint Eastwood, onde há uma “jigajoga” entre o claro e o escuro (aspecto que provém do expressionismo alemão e dos filmes noir), que faz com que a passagem entre o realismo e o fantástico seja diminuta e, por isso, repentina. Aqui, há um jogo baseado num vice-versa de fortes contrastes luminosos que faz com que haja uma atmosfera onde existe uma aparente luta entre o bem e o mal. Ou, como acontece no caso de Martin Frost, entre o outer self e o inner self. No entanto, como disse Chklovski, poder-se-á afirmar que na obra “Cinema”, tal como acontece em qualquer arte, estamos perante “uma soma de processos”. “And that’s how the cookie crumbles!” (Jim Carrey – Bruce o todo Poderoso).

sexta-feira, novembro 02, 2007

Um Youtube very Google

TV Digital chega aos telemóveis



A Alcatel-Lucent e a Vodafone fizeram ontem, em Lisboa, a primeira demonstração do sistema Mobile Broadcast TV, baseado na tecnologia DVB-SH, ou seja, televisão no telemóvel em alta definição.

Fonte: CM

quinta-feira, outubro 25, 2007

Hollywood leva hacker a trair a BiTorrent

Promises of Hollywood fame and fortune persuaded a young hacker to betray former associates in the BitTorrent scene to Tinseltown's anti-piracy lobby, according to the hacker.

Fonte: Wired

ERC - Preocupados com as novas plataformas comunicacionais

Vários organismos europeus de supervisão dos media estão preocupados com a forma como vão regular os conteúdos nas novas plataformas, como a Internet ou os telemóveis, cujas regras estão ainda por definir. E avisam que é preciso ter um olhar mais atento para os conteúdos dirigidos às crianças. Estes foram dois dos desafios futuros que representantes de quatro reguladores europeus - Itália, França, Inglaterra e Portugal - apontaram ontem durante a Conferência Anual promovida pela Entidade Reguladora portuguesa (ERC), que termina hoje em Lisboa.

Fonte: DN

Oink foi encerrada!

O "OINK"era uma rede "peer-to-peer" de partilha de ficheiros - uma espécie de Pirate Bay, mas fechado (só lhe era possível aceder por convite) e muito misterioso (ao contrário do espalhafatoso Pirate Bay, os membros do Oink eram muito aversos a publicidade).

Fonte: Público

TVI Constroi Cidade Cenográfica

A criação de uma "cidade cenográfica", que centralize as estruturas de produção da NBP, responsável pelas telenovelas da TVI, e a pretensão de lançar dois novos canais por cabo em Setembro de 2008 foram ontem anunciadas por Manuel Polanco, administrador-delegado da Media Capital, que detém as duas empresas. Polanco adiantou que o grupo possui já cinco estúdios e que pretende também fazer "uma extensão para produção em locais exteriores", sublinhando que "a produção de conteúdos é onde se concentra o grande potencial de crescimento do grupo"."Estamos dispostos a focalizar a estrutura de produção de toda a Prisa sob a marca NBP"referiu, sendo que " o mais difícil é encontrar um lugar".

Fonte: JN

sexta-feira, outubro 19, 2007

«A BOLA on-line» no seu PDA

Os leitores de «A BOLA on-line» podem agora aceder aos conteúdos do site de forma rápida, fácil, cómoda e acessível no seu PDA ou telemóvel.

Fonte:

Al Gore - O Monstro da Comunicação

Não se deve esqueçer que foi Al Gore que afirmou: "Que a comunicação é o petróleo do século XXI"
Well done Al!

Vodafone estuda entrada no mercado IPTV








Fonte:

Os iPOD's do futuro!

quarta-feira, outubro 10, 2007

Labcom - publica livro acerca do jornalismo digital


O livro Jornalismo digital de terceira geração reúne os artigos apresentados durante as “Jornadas Jornalismo On-line.2005: Aspectos e Tendências”, durante os dias 25 e 26 de Novembro, na Universidade da Beira Interior, Covilhã (Portugal). Além dos artigos dos seis participantes das Jornadas (Anabela Gradim, António Fidalgo, Concha Edo, Jim Hall, João Canavilhas e Suzana Barbosa), o livro agrega mais duas importantes contribuições produzidas pelos autores brasileiros Elias Machado, Marcos Palacios e Paulo Munhoz. De um modo geral, os textos que integram este livro-colectânea reflectem a evolução do jornalismo digital.

Veja aqui

Universidade Lusofona cria vídeo para auxiliar a PJ no caso Maddie


Paulo Sargento e Pedro Gamito, professores de psicologia forense na Universidade Lusófona de Lisboa, fizeram um estudo científico e criaram um vídeo que mostra o Ocean Club a três dimensões. O objectivo foi mostrar que espaço é o aldeamento onde o casal McCann e os amigos passavam férias e que movimentações podem ter feito no dia em que se perdeu o rasto de Madeleine.

USTREAM TV

Observem uma plataforma interactiva de conteúdos aqui

quinta-feira, outubro 04, 2007

RTP Dá o exemplo!


RTP - Junta administração da Rádio à TV.


Será este o início de qualquer coisa?
Fonte: CM

segunda-feira, outubro 01, 2007

Y Dreams - vídeos interactivos


Só para calar os mais cépticos que dizem barbaridades como: Isto da novas tecnologias da comunicação é só uma moda. Como diriam os Americanos: You can run but you can't hide...



quarta-feira, setembro 26, 2007

Um nome, várias realidades...


Historicamente, podemos lembrar os feitos da personagem clássica grega, “Simonides”, que, de acordo com a lenda, tinha uma grande capacidade da prática da oratória, que unida a uma escolha contextual precisa, contava histórias em que a combinação da realidade com a imaginação transformava a narrativa numa que os seus ouvintes consideravam como verdadeira – passava a ser um aspecto pessoal; já era algo da sua pertença. Assim, observamos que a capacidade de contar histórias, desde o classicismo, depende das mediações tecnológicas (que servem de contextos) que acompanham a acção narrativa perante o público. Por isso, poder-se-á observar que, como sempre, as respostas a estas necessidades encontram-se na análise das práticas do consumidor por parte de quem produz conteúdos (será uma visão periférica; portanto).
Por isso, aqui, podemos aferir que a convergência dos novos modelos de comunicações inter-pessoais com a televisão é uma realidade ponderada e antecipada pelas empresas que produzem as novas realidades comunicacionais. No entanto, levantam-se novas e múltiplas questões de natureza tecnológica porque, apesar dos crescentes avanços, há o receio da inovação – fruto de uma competitividade entre as várias empresas, que desaparecerá com a criação de multiplexes (uniões) comerciais onde todos poderão ficar a ganhar sob um só nome - aqui pode-se referir o exemplo da: Google.


segunda-feira, setembro 24, 2007

Web 2.0 - Who Made Who?

Web 2.0 espelho da Sociedade Portfolio! O IEFP da ciber-espaço



Quando Chad Hurley fundou a empresa norte-americana “YouTube”, fê-lo com o intuito de que cada utilizador tivesse a possibilidade de se consagrar como: “consumidor produtor de conteúdos.” – desejo eterno dos espectadores que, desde os primórdios das emissões, sempre acharam que, se pudessem, fariam uma grelha televisiva de todas as formas menos daquelas que são constituídas pelas emissoras televisivas . Não terá sido ao acaso que o slogan “Broadcast Youself” tenha sido a imagem de marca desta novidade empresarial, aquando da sua fundação. Aliás, basta observarmos os “tops” dos vídeos mais vistos, neste espaço, para rapidamente chegarmos à conclusão que a ideia de: “Eu também consigo fazer aquilo!”é realmente um aspecto que caracteriza este espaço.

Dos milhões de utilizadores que navegam numa Internet, cada vez mais sugestiva - e deste universo deve-se enfatizar o papel dos bloggers (que estão, constantemente, a ver e a expor erros desta realidade) - constitui-se por exemplo, uma das bases de emprego para as questões de ética que começam a preocupar a Google (que, actualmente, detém o YouTube). Aliás, é bastante comum existirem campanhas de captura de talentos na Internet para angariarem funcionários num novo sistema que é definido como: “O Trabalhador de Portfolio.” Neste contexto, consagra-se uma realidade que já se vive, há anos, na área da comunicação – o trabalho em sistema de free-lancer. Aqui, podemos destacar funções como: jornalistas, operadores de câmara, designers, editores de vídeo, apresentadores, etc. Prevê-se que, neste sistema de empregabilidade, num futuro próximo, as empresas sejam constituídas por um núcleo base (formado por um número reduzido de efectivos altamente qualificados) e o restante do trabalho será executado em sistema de outsourcing.

Hoje em dia, estes aspectos já podem ser vistos, por exemplo, com a produção de conteúdos nos canais televisivos porque, na realidade, estes só produzem informação. A maior parte da programação (concursos, novelas, séries, etc.) é proveniente de produtoras/projectos externas/externos e será nesta realidade que se inserem os “trabalhadores de portfolio”. Estes profissionais trabalham por conta própria e “comercializam” o seu talento a vários clientes. Nesta realidade de funcionalismo, há uma rejeição à segurança de um “emprego fixo” pela alegria de trabalharem, apenas, em torno do que acreditam e por um desejo da liberdade de escolha ilimitada.

Ao vermos o universo: Web 2.0 verifica-se que já está, há algum tempo, a contratar criativos que trabalhem neste sistema para colaborarem com a empresa nos seus projectos. Aqui, já estamos perante o aspecto funcional de um dos sonhos que os empresários têm como dado adquirido na empregabilidade do futuro. Hoje em dia, os funcionários que trabalham “à tarefa” – universo composto por milhares de recém-licenciados, já podem servir de exemplo para o que o futuro reserva às gerações vindouras. Será que é a era do Power to the People?

Gadget TV - do sedentarismo passivo ao nomadismo audiovisual

iPOD, iPhone, MPEG 4, MP4, Mobile TV, IPTV, Web TV, iTV, VoD, NVoD, HD, HDTV, Blu Ray, DVB, DVB-T, DVB-H, DMB, MBMS, 3G – para se falar hoje de televisão é referirmos um número, cada vez mais crescente, de siglas que formam realidades precisas, mas que no seu conjunto são mais “uma interrogação do que propriamente uma certeza lapidar”, afirma Francisco Rui Cádima. Com a implementação da TDT (Televisão Digital Terrestre), iremos assistir a uma fusão empresarial – convergência – que criará um “canibalismo tecnológico” proveniente de uma absorção feita pelas redes comunicacionais mais leves sobre as mais pesadas. Aqui, os operadores clássicos passarão a fazer parte da história porque, face ao crescimento de bancos de conteúdos personalizados que se universalizam numa questão de horas, já não têm lugar no consumismo que caracteriza as gerações emergentes da sociedade moderna – que o teórico canadiano Don Tappscott definiu como: “Geração Net”. Aqui, o consumismo caracteriza-se por uma exigência de diversidade de opções, gosto próprio personalizado, gosto de experimentar antes de usar, com uma atracção pela função e não pela forma. Hoje em dia, estes sinais de mudança já são definidos como: “Egocasting”. Nesta realidade existe a difusão de fragmentos de histórias individuais, de reportagens de “jornalistas cidadãos (base da campanha publicitária da nova imagem e abordagem do jornal O Público) vídeos e fotografias feitos com telemóveis, blogs, vlogs e uma procura de conteúdos que depende do facilitismo das novas capacidades de sites como o Youtube, My Space (etc.) – basilares para a distribuição destes conteúdos.

Por isso, aqui, poder-se-á concluir que o conceito de “Egocasting” significa que o telespectador está, gradualmente, a transformar-se num editor e difusor dos conteúdos que disponibiliza para a comunidade. Aqui, tal como Francisco Rui Cádima, poderemos chegar à conclusão de que este tipo de comportamentos são originários de “uma estratégia narcísica, de afirmação dessas mesmas identidades individualizadas ou mesmo uma (...) hiper-personalização dos novos actores e dos seus desempenhos.”

Em suma, poder-se-á observar que, com naturalidade, os sistemas nomádicos comunicacionais estão, progressivamente, mais presentes nos mercados europeus – fazendo já parte do panorama audiovisual. No entanto, há que ter a certeza de que a sua veiculação para a coesão social, para o combate à info-exclusão e para a inclusão digital seja assegurada – aspectos que já estão a acontecer através das previsões da Comissão Europeia – porque, sem estas directrizes, como conseguir que as tecnologias de informação e comunicação sejam utilizadas por todas as pessoas? Sem que estes cuidados sejam precavidos, nunca passaremos de Neanderthals, com tecnologias nómadas, numa busca de uma perfeição comunicativa, em termos audiovisuais, entre os pedaços que sobraram de um serviço analógico que nunca mais existirá...

terça-feira, setembro 18, 2007

Ah! Então isto é que é a Convergência.

Público: este spot não foi feito ao acaso!



Veja os serviços que compõem estes projectos.
Aguardem... aguardem. O Público (Jornal, blog, Internet whatever) vai realmente ser mais do que um jornal...

IPTV em Portugal - FAQ Vídeo



Depois da hipótese de televisão interactiva da TV Cabo – em pareceria com a Microsoft – ter falhado na década de 90, aparecem os projectos MEO (PT) e a SmarTV (Sonaecom) - actualmente consideradas as pioneiras da IPTV (televisão por protocolo de internet)em Portugal.

Veja os serviços que compõem estes projectos.

Al Gore ganha um emmy com a Current TV


Current TV (Criação de Al Gore) - “The TV Network Created By The People Who Watch It ganha um Emmy na categória de: "serviço de televisão interactiva"

Passage 0.1 num MUNDO 4ever 2.0



O homo convergens


Assiste-se, desde o início deste século, à transformações nos usos que estariam associados, do ponto de vista do público, a hábitos individuais (tradicionalmente associados à literatura) e colectivos (media clássicos – rádio, TV) para processos que podem ser caracterizados pela conectividade e pela interactividade – computadores, comunicações interpessoais – enfim, realidades dominadas por marcas multinacionais.
Aqui, observa-se que com o uso de computadores realidades como discografias, livrarias, etc. – aspectos baseados na memorização – são transformadas em realidades onde a produção é dominada pela inteligência.
Hoje, como ontem na antiguidade clássica (com o recurso ao ábaco – esse calculador de madeira, ferro e pedra criado no fogo Olimpo), a interactividade actual está disponível por meio da numerização.
- Trata-se , portanto, de: 0 e 1’s não é? Como um fluxo! – perguntará o leitor.
Sim. Posso dizer-lhe que é uma realidade semelhante a do dinheiro: esse verdadeiro dominador globalizante.
- Ah, então, estamos perante um elo, uma união! – exclamará o leitor.
Mas é claro. Ao observarmos uma realidade como o dinheiro, observa-se que ele permite uma convergência a vários níveis de múltiplas indústrias como: a rádio, os computadores, a televisão e o telefone. Aqui, podemos observar que há uma convergência a três níveis: um que funciona a nível numerário (tanto em termos de investimento monetário como no que se refere à quantidade de participantes), outro a nível dos conteúdos e do recurso às plataformas e uma acerca dos utilizadores.
- Com esta(s) convergência(s), será que estamos perante denominadores comuns que funcionam como formulas matemáticas aplicados à realidade comunicacional? – perguntará o leitor.
Sim. Mas esta história não é recente! Aqui, podemos ver que as estadas romanas foram o início do desejo das infra-estruturas globais ligadas em rede. Com elas começava, então, o aumento do fenómeno comunicativo. Após dois mil anos, uns paços sobre a água (por Um) e outros sobre a lua (por outros) vemos que com os PC’s há um tratamento matemático de toda história da humanidade que tem como denominador comum (meta): o digital em termos globais! Porque, aqui, podemos ver que há uma combinação de todos esses elementos. Em suma, na ultima década, as inovações em (re)produções de realidades – onde, para alem das que já foram referidas, destaco a dos conteúdos virtuais 3D – dão origem à criação de elementos que se podem definir como: “jogos com a psicologia da percepção”.
Conclui-se que com o crescimento da troca de conteúdos variados há um incremento de fenómenos comunicativos. Mas qual é a intensidade destes? Será que quantidade é igual a qualidade? Será que é isto que faz falta à humanidade? Com a existência de modelos alternativos não se deveria conseguir fazer uma experiência mais rica? Sem estas reflexões, nunca seremos mais do que faróis cegos com uma visão periférica sobre um mundo que não vemos e que sobretudo não compreendemos...

sexta-feira, setembro 14, 2007

DarfurLive - uma televisão que se alimenta da crise?!



Há quem lhe chame uma forma de solidariedade mas...
palavras para que?

veja aqui: http://darfurlive.tv/

terça-feira, setembro 11, 2007

e ainda dizem que o jornal O Público que é mais do que um simples jornal


O jornal Sun anunciou hoje o lançamento de um cartão de crédito pré-pago "para ajudar os leitores a combater o crescente problema de endividamento."

Fonte: M&P

Marketing machista?!


Os fabricantes e vendedores de produtos electrónicos poderão vir a perder cerca 885 milhões de euros já este ano pelo facto de não estarem a comunicar de forma eficaz com o target feminino.

Fonte: M&P

Tempo das "Vacas Magras"... mas só para alguns!



A RTP recebeu nos últimos cinco anos cerca de 642,6 milhões de euros em indemnizações compensatórias, valor que o Governo atribui ao abrigo do contrato de concessão de serviço público. Ao montante há que somar os 423,6 milhões de euros provenientes da taxa de contribuição audiovisual que a estação pública encaixou desde 2003.

Fonte:

quinta-feira, setembro 06, 2007

Filme criado no Second Life é comprado pela Warner


A HBO, canal detido pela Time Warner, comprou o filme "My Second Life: the video diaries of Molotov Alva", por um valor, ainda não divulgado em dólares". Noticia Reuters. Este trabalho narra a história de um homem que desaparece da sua casa na Califórnia, e que começa a produzir e enviar videos a partir de Second Life."
"É possível construir ambientes visualmente ricos e densos em tempos incrivelmente reduzidos, e trabalhar em colaboração usando as ferramentas de Second Life,” disse Douglas Gayeton, realizador.Cada um dos 7 episódios de "My Second Life" explora uma sub-cultura diferente no mundo virtual.

Veja aqui a estreia

Media e Cidadânia - 5º SOPCOM começa hoje

quarta-feira, setembro 05, 2007

Políticos online com a SAPO

O portal Sapo comemorou, ontem, 12 anos com a notícia de que as intervenções de Paulo Portas, líder do CDS-PP, no âmbito do início do novo ano político, disponibilizadas em 31 de Agosto no serviço Sapo Vídeos, foram vistas 4500 vezes, ou seja, mais 25% do que as visualizações que teve no gigante internacional YouTube.

"Anima-nos muito competir com as maiores empresas do mundo", referiu ao JN João Paulo Luz, director comercial do portal. "É um motivo de celebração, mais do que contarmos mais um ano", acrescentou.

Fonte: JN

terça-feira, setembro 04, 2007

Super Programas - A morte do Prime Time


Será este o: "Último suspiro antes do fim." Nunca se deve esquecer que, ao longo da história, quando se está na eminência de ser ultrapassado chegam as macro-realidades; aconteceu com: Barcos a Vapor, Dinosauros, Pirâmides, Canhões, Coches (puxados a cavalo) etc... Enfim, realidades que nasceram na mente de Darwin.

Fonte: JN

SAPO - Doze anos de serviço Internet


O Sapo, o maior portal da internet em Portugal, comemora hoje o seu 12ºaniversário.

segunda-feira, setembro 03, 2007

Second Life na Universidade do Minho


Entre 5 e 7 de Setembro vai decorrer na Universidade do Minho, e organizado pelo Centro de Estudos de Comunicação e Sociedade, o 5º Congresso da SOPCOM. No dia 05 irá haver o workshop Novos Media 07 (organização de Nelson Zagalo da U.Minho) dedicado à realidade do Second Life.

- Potencialidades do Novo Media
Carlos Santos, Pedro Almeida e Luís Pedro, Universidade de Aveiro

- Second Life nos Media
Paulo Frias, Universidade do Porto

- Criação e gestão de propriedade no Second Life
Luís Sequeira, Beta Technologies

- Plataforma para Investigação Aplicada
Leonel Morgado, Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro

- Desenvolvimento em Ambientes SL
Silvana Moreira, BetaTechnologies, e Universidade de Aveiro

Apple-1/ Sony-0 - The clash of the titans begins



A apple venceu a Sony! Quem diz é a própria empresa japonesa e por isso, vai fechar a Conect - a sua loja online de mp3.

Fonte:

quinta-feira, julho 26, 2007

MyGames - programa Crossmedia arranca na SIC Radical!


Ocanal do cabo da chancela SIC dirigido ao público jovem estreia hoje, pelas 21 horas, o "radical.mygames.pt". O magazine de 25 minutos, apresentado por Diogo Beja.

Francisco Pinto Balsemão afirma: "a rede mygames é um projecto cross media, já que vai ter presença na Internet, na Imprensa e na televisão."
O portal promete uma oferta similar aos jogos disponibiizados pelas consolas "Playstation", de que são exemplo "Call of Duty ", "Command & Conquer Tiberium Wars", "Counter Strike" e "Warcraft". O modelo de negócio inclui pagamento por jogo e uma subscrição mensal.


Fonte:

quarta-feira, julho 25, 2007

ASAE deixa as feiras e passa para a pirataria informática


Três sites portugueses que serviam de plataformas para pirataria informática e troca ilegal de ficheiros foram encerrados pelas autoridades nacionais numa operação que afectou 200 mil utilizadores, anunciou hoje a Polícia Judiciária (PJ).

Os sites www.zetuga.com, www.zemula.org e www.btuga.pt foram encerrados no decurso de uma operação conjunta da PJ e da Autoridade de Segurança Alimentar e Económica (ASAE), realizada ontem em Ovar, Leiria e Lisboa.

Fonte: Público

Man Utd. já contrata pelo Youtube


Rui Farias, Rui Barros, Sheu etc. Já eram?


O Manchester United reforçou hoje as camadas jovens ao contratar um menino britânico de 9 anos, depois de ter visionado um vídeo seu no conhecido site YouTube.


Fonte: abola



ERC - não facilita nas grelhas televisivas...



De acordo com a nova Lei da Televisão promulgada por Cavaco Silva, as estações de TV terão de cumprir a grelha anunciada com 48 horas de antecedência e os canais privados serão alvo de uma avaliação qualitativa a cada cinco anos. Os directores das estações privadas, Francisco Pinto Balsemão (Impresa - detentora da SIC) e José Eduardo Moniz (TVI) consideram estas medidas excessivas e há sérios perigos que, com a sua implementação, poderão colocar em causa o bom funcionamento da realidade televisiva em Portugal. "Há demasiado controlo do Estado" afirmam os "patrões" da televisão privada.

Fontes: jn

& mp

terça-feira, julho 24, 2007

YOUTUBE - crucial para as eleições nos EUA


As campanhas eleitorais já não são, definitivamente, o que eram. Nos dias que correm, os candidatos já perceberam que os internautas são eleitores a captar e a Internet passou a ser um elemento-chave de um momento eleitoral. É o caso da campanha presidencial norte-americana para as eleições de 2008, na qual o YouTube está a ter um papel crucial. São vários os vídeos que circulam no site com apoiantes a cantarem as virtudes do seu candidato favorito. Mais de 2,5 milhões de pessoas viram o vídeo "I've Got a Crush... on Obama" (eu tenho uma queda... por Obama) sobre o senador e candidato democrata Barack Obama...

As coisas já não são o que eram...

Fonte: DN

Exemplos práticos de formação de Multiplexes Empresariais das Indústrias da Comunicação


O grupo Prisa já tem 94,39% do capital da Media Capital. Chega assim ao fim a OPA obrigatória da Prisa, lançada em Maio através da Vertix, ao grupo de media proprietário da TVI.

Em: M&P

segunda-feira, julho 23, 2007

TDT - the silent prawler...


...devagarinho ela (a TDT) está a chegar...

TDT - o início das convergências empresariais


Francisco Pinto Balsemão, presidente do grupo Impresa, proprietário do canal de televisão SIC considerou viável a criação de um consórcio entre a sua estação, a TVI e a RTP para que a obtenção de licenças para a Televisão Digital Terrestre (TDT) fosse um sucesso.

fonte: DN

"If you can't beat them, join them."

Chiquititas invadem o ciber-espaço


mas que bem...
estreia on-line da novela Chiquititas diponível na Internet em: http://sic.sapo.pt/chiquititas/chiquititas_live.html

COPE - "Copy Once Publish Everywhere" Paul Zazzera, CEO da revista TIME, em 1996.

Será este o primeiro exemplo prático da nova filosofia do "Patrão" da SIC. Francisco Pinto Balsemão em Meios & Publicidade.
Consulte a entrevista online em: meios&publicidade

quarta-feira, julho 18, 2007

Algarve, agora no PDA (dos outros)


O que é a Kiss FM? Onde é que é a Praia da Luz, quero ver a casa de onde desapareceu a menina inglesa (última atracção algarvia). Com preços assim, não será melhor ir a Ayamonte? O "Algarve United" é mesmo o "Manchester United" quando passa férias no Algarve, ou é mesmo uma equipa? Cerveja a dois € - até parece que estámos em Milão? Será que há mais Algarve do que este, onde já existem arrumadores de toalhas na praia?! (Como acontece na Quarteira) Exijo uma praia onde não se coma bacalhau com grão de bico e batatas no areal! Será que há? Onde é que posso encontrar o Pub onde se perde o Paul Gascoigne? Quantas e quantas vezes é que ao passarmos pelo skyline do "Allgarve" não temos questões semelhantes a estas? Há momentos em que o mais comum do português gostava de puder consultar o seu PDA (muito comum entre o comum cidadão) à procura de respostas para resolver os seus embróglios. Já estou a ver todas as carinhas sw e suv (ultimo grito do ramo automobilístico em Portugal) conduzidas por pessoas que aproveitam os seus momentos de pausa para consultarem os seus PDA's à procura ... do próximo Lidl!?
Por estas e por outras, desenvolveu-se o serviço algarvemobile - fruto de uma parceria entre o Centro Regional para a Inovação do Algarve, Universidade do Algarve e várias empresas ligadas ao ramo hoteleiro desta região. Mais um serviço desenvolvido por portugueses para os ingleses utilizarem. Desfrutem...
Consultem o site: www.algarvemobile.com

terça-feira, abril 24, 2007

NOITES DE INFÂMIA NA RTP DOIS




A RTP 2 está a transmitir uma série de documentários acerca de atrocidades cometidas pelo homem. Ontem, foi difundido um acerca do Campo de Concentração de Mauthausen (Áustria). Em termos narrativos, a câmara servia-se das palavras do guia turístico para levar o público numa visita guiada a um dos ícones que representa um dos momentos em que toda a humanidade olvidou a sua essência e cometeu infâmias que, actualmente, se consideram como impensáveis?

Falo de humanidade, em termos generalistas, porque, os alemães fizeram-no como prometeres directos e o mundo fê-lo como forma de coacção - porque não queriam ver o óbvio; escondendo-se sob a capota dos decretos de lei da Convenção de Genebra.
No entanto, por vezes, encontro-me envolto em raciocínios que me direccionam para regimes onde, ainda, existem estas realidades repudiantes. Lembro-me de países como: Ruanda, Uganda, Jugoslávia, Timor, EUA (com os “pseudo-prisioneiros” políticos em Guantanamo), Coreia do Norte, China, Índia, Afeganistão, Israel, Síria, Iraque, etc…
Todos regimes (directa ou indirectamente) totalitários…

Imaginemos uma conversa de café entre George Bush e Hitler:

Bush afirma: “Uma ditadura é um regime bem mais fácil; não tenho qualquer dúvida nisso.”

Hitler concorda: “Pois, é tão bom quando há regimes em que as pessoas que dominamos não pensam…”

Bush alvitra: “Nos EUA não se confia em estrategas para planearem as nossas decisões; nós atacámos!”

Hitler termina: “Eu uso emoção para muitos e reservo a razão para poucos!”

Estas citações foram retiradas dos seguintes sítios na Internet:

http://www.brainyquote.com/quotes/authors/a/adolf_hitler.html
http://www.brainyquote.com/quotes/authors/g/george_w_bush.html.

segunda-feira, abril 23, 2007

COBAIN: Documentário no IndieLisboa


O filme “Kurt Cobain: About a Son”, de AJ Schnack faz parte do roteiro do IndieLisboa 2007. O filme, que foi feito a partir de umas conversas entre o “líder” dos Nirvana e o seu amigo Michael Azerrad, entre 1992-93.


O filme foi exibido a 21 de Abril, na sala 1 do Cinema Londres e irá ser projectado no próximo dia 28, no Fórum Lisboa.

quarta-feira, abril 18, 2007

Wii & Television



Já a prever a proximidade tecnológica com a televisão, a Nintendo criou menu Wii Channel para a nova consola com o mesmo nome. Aqui, há a apresentação de uma interface simples que permite aos utilizadores jogarem, terem acesso a notícias ou à meteorologia, e o envio de fotografias e, também, a criação das suas próprias caricaturas, que podem ser usadas como personagens dos jogos. Estamos a falar do consumidor produtor de conteúdos.
Como funcionalidades de jogabilidade, há a permissão de fazer o download de jogos clássicos, através da Virtual Console - e aqui vem um comando sem fios (conhecido como Wii Remote), um de Nunchuck e uma espectacular colecção de cinco jogos Wii Sports num único disco.

sexta-feira, abril 13, 2007

SIN CITY 2



Para descansar os fãs do Frank Miller, já está em fase de produção a sequela do SIN CITY (SN).

Iremos ver, mais uma vez, o "Noir" «policial com as características provenientes do expressionismo cinematográfico do alemão Fritz Lang» na sua essência. Poder-se-á observar que a dupla Miller e Robert Rodriguez conseguem fazer com que a Banda Desenhada (da autoria de Miller) seja novamente transportada para a tela sem que a sua essência seja deturpada.

No primeiro filme, em termos dramáticos, houve a convergência de três momentos (estórias) que são, de um certo modo, independentes. Cada um pressupõe uma curta introdução sem que isso implique uma ordem cronológica embora haja momentos de contacto entre todas as narrativas. A obra inicia-se com "The Customer Is Always Right", justapondo-se, imediatamente, o genérico inicial. Segue-se "That Yellow Bastard" e "That Hard Goodbye" – narrativa que completa a primeira e passa para "That Big Fat Kill" – que termina a segunda.


No filme Sin City assistimos ao uso de câmeras de alta definição, com cenários virtuais que permitiram que a aplicabilidade de elementos secundários fosse uma realidade na fase de pós-produção.

Esta combinação fez com que Sin City seja um dos poucos filmes inteiramente digitais. Outro aspecto a realçar é o facto de, inicialmente, esta obra ter sido filmada a cores, e depois convertida para preto-e-branco de alta qualidade.
Finalmente, poderemos lembrar o facto de se registar cores somente em certos objectos como olhos, lábios e/ou roupas.

quinta-feira, abril 05, 2007

Eisenstein encontrou o OVO da Páscoa... em Odessa.

Clique no Still para ver um vídeo da seq. da Escadária de Odessa do Filme Couraçado Potemkin

(...) e de repente já havia: justaposição de planos, panorâmicas, travelling's, subjectividade na captura das sequências, slow & fast motion's, suspense, várias narrativas em paralelo, etc ... Estávamos, assim, perante todas as regras que compõem o manancial da edição moderna. Obrigado, Eisenstein.

Your's Truly the big & small screen industry.

segunda-feira, abril 02, 2007

JOOST kill's cable?


O projecto joost consiste muito resumidamente em disponibilizar conteúdos multimédia pela Internet. O interessante é que promete revolucionar a televisão tal como a conhecemos, uma vez que os seus criadores são os mesmos que desenvolveram o skype.

* Mas afinal o que tem isto de novo?


A partir do momento em que o utilizador passa a poder interagir com o canal de televisão, ou até mesmo com outros utilizadores, as possibilidades são gigantescas. Por exemplo, estou em minha casa a ver um documentário na televisão, posso atribuir uma nota, sugerir a um amigo, interagir com ele, avançar/pausar/retroceder em tempo real. Se me fartar, posso fazer uma pesquisa entre todos os conteúdos disponíveis e criar o meu próprio alinhamento de programas.

* As minhas dúvidas quanto ao funcionamento.


Na página oficial do Joost, falam na existência de publicidade. Sendo assim calculo que seja um serviço gratuito, mas haverá a possibilidade de pagar uma mensalidade e retirar toda a publicidade do sistema? E o modo de funcionamento? Ao que parece existe um servidor central que disponibiliza o conteúdo ao utilizador, no entanto, enquanto o estamos a assistir, partilhamos esse mesmo conteúdo com outros utilizadores (p2p). Possibilitara isto um novo meio de partilha de conteúdos ilegais? Os criadores dizem que não… a ver vamos.


* Onde me registo?


De momento está complicado, a não ser que algum amigo já registado os convide. De qualquer forma podem proceder a inscrição aqui.


* Requisitos de funcionamento
Microsoft Windows.

Linux e Apple vão ter que esperar.

sábado, março 31, 2007

Globos de Ouro no Telemóvel


Os Glogos de Ouro - os melhores dos melhores da SIC - em formato Crossmedia (TV, Internet, Mobile TV (Vodafone, TMN Optimus)). O Telemóvel é de facto o "telecomando que todos temos..."

THE BEST OF YOUTUBE


Será que estamos perante o fúturo dos Óscares? Assim, o Kodak Theatre - espaço onde se realiza anualmente o certame - passará a estar à distância de um "clique"...

terça-feira, outubro 10, 2006

Shares = Iscas de vinho e alho!


"Prometeu roubou o fogo aos deuses para o oferecer aos homens, com o qual desenvolveram todas as artes. Sofreu, por isso, o castigo de Zeus, sendo agrilhoado ao monte Cáucaso onde uma águia se alimentava diariamente do seu fígado, que crescia continuamente." Kafka
De certeza que o Homo Zappiens -
The generation for whom
learning is playing and has no new ideas of your own
não passa por estes problemas. continuamos a alimentar os nossos egos desta ZOOTV!!!

segunda-feira, outubro 09, 2006

Vamos treinar as nossas vistas!


T.S. Eliot cita Conrid com a seguinte ideia: "The country of them as described by Conrid is a country of pure horror." Será que com a televisão que temos, que espelha uma cultura mediática superficial sem profundidade nenhuma, e deixa, assim, uma imagem de um país pobre e plástico, fará com que a geração vindoura siga uma linha de pensamento idêntica à citada anteriormente?

terça-feira, outubro 03, 2006

Vai-se falar de imagnes na Universidade Nova de Lisboa


No dia 17 de Outubro de 2006, na FCSH-UNL, Auditório 1 (Edifício B - Torre) na Avenida de Berna, vai realizar-se uma conferência de Monique Sicard (CNRS) Parceria do DCC-FCSH seguida de debate e colóquio em que participarão criadores de imagens de diferentes sectores tanto na investigação como na prática.
Além de Monique Sicard participarão:
- Beatriz Batarda;
- Catarina Alves Costa;
- Eduardo Cintra Torres,
- Jacinto Godinho;
- José Carlos Abrantes (impulsor da iniciativa);
- Lídia Jorge;
- Maria José Palla;
- Paulo Filipe Monteiro;
- Pedro Serrazina,
- Francisco Rui Cádima;
- Sérgio Treffaut.

segunda-feira, outubro 02, 2006

Produção televisiva e Público em Portugal = Pião


"Um filósofo costumava circular onde brincavam crianças. E se via um menino que tinha um pião já ficava à espreita. Mal o pião começava a rodar, o filósofo perseguia-o com a intenção de agarrá-lo. Não o preocupava que as crianças fizessem o maior barulho e tentassem impedi-lo de entrar na brincadeira; se ele pegava o pião enquanto este ainda girava, ficava feliz, mas só por um instante, depois atirava-o ao chão e ia embora. Na verdade, acreditava que o conhecimento de qualquer insignificância, por exemplo, o de um pião que girava, era suficiente ao conhecimento do geral. Por isso, não se ocupava dos grandes problemas – era algo que lhe parecia anti-econômico. Se a menor de todas as ninharias fosse realmente conhecida, então tudo estava conhecido; sendo assim só se ocupava do pião que rodava. E sempre que se realizavam preparativos para fazer o pião girar, ele tinha esperança de que agora ia conseguir; e se o pião girava, a esperança transformava-se em certeza enquanto corria até perder o fôlego atrás dele. Mas quando depois retinha na mão o estúpido pedaço de madeira, ele sentia-se mal e a gritaria das crianças – que ele até então não havia escutado, agora, de repente, penetrava nos seus ouvidos – afugentava-o dali e ele cambaleava como um pião lançado com um golpe sem jeito da fieira."
Franz Kafka - O Pião
(...) e será que não é assim que se sentem os produtores e os espectadores, em Portugal, tontos com tanta falta de qualidade? (...) Os Reality shows, vendidos ao metro, afastam os temas que realmente deviam ser tratados e o público português fica culturalmente desalinhado - como um Pião abandonado no chão do conhecimento geral europeu...

TV e Tubarões...



Só me apetece ver o Tubarão do Spielberg a comer esta tv de shares!!!!!!!!!!!