segunda-feira, março 17, 2008

segunda-feira, março 10, 2008

GLOBALIZAÇÃO, COMUNICAÇÃO & THE GADGET FAMILY...

É com um grande espírito de tristeza que se caracteriza o “status quo” da empregabilidade nacional dos nossos tempos. Aliás, ao fazermos uma reflexão histórica só encontramos semelhanças em tempos de crise; por exemplo, aquando da Grande Depressão nos EUA – quando milhões de trabalhadores foram despedidos – aspecto que esteve na origem de milhares de suicídios. No entanto, nessa fase, uma das soluções passou por uma certa atitude de “sacudir a água do capote” com afirmações como a que se segue de Alvin Toffler: “o despedimento veio a ser visto ... não como resultado da indolência ou fraqueza ... mas sim de forças gigantescas fora do controlo do individuo.” Aqui existem vários paradigmas de culpabilização que ficaram na história e que passam, invariavelmente, pelas seguintes linhas de pensamento: uma distribuição deficiente do capital, investimentos “à la carte”, políticas inadaptadas às necessidades dos povos, falta de comércio, incorrecções económicas etc., ou seja, todos aspectos em que há um “jogo” em torno da fuga da responsabilidade por parte de quem trabalha e de quem emprega. Aliás, esta luta veio a funcionar como força matriz para a obra que Marx apresentou ao mundo.
Hoje, tal como ontem, quando se discute direitos de quem trabalha e de quem emprega observa-se a existência de uma infinidade de egos, que foram gradualmente erguidos atingindo o tamanho de catedrais góticas, destruídos – quebrados facilmente pela base, como diz Al Pacino no filme “O Advogado do Diabo.” E tudo isto acontece em nome de princípios económicos que colocam em causa valores ancestrais como o conceito de “família” – a base histórica dos movimentos sociais que ocupa(va) um espaço que está gradualmente a ser alicerçado para edificação de pensamentos e estruturas destinados ao que o teórico Zigmunt Bauman define como: “Liquid Life” – uma vida liquidificada baseada numa visão anti-marxista em que se quebram mitos que, por enquanto, ainda caracterizam a nossa realidade da empregabilidade. Numa primeira abordagem, se pensarmos em exemplos como as criticas feitas à realidade da função pública em Portugal, poder-se-ia cair, imediatamente, na tentação de considerar este aspecto naquilo a que os britânicos consideram como: flawless – ou seja, não tem nem pode vir a ter defeitos. Aqui, por exemplo acerca da realidade das industrias mediáticas, gostaria de destacar a obra “Media Work – Digital Media and Society Series” de Mark Deuze porque este autor norte-americano escreve esta obra com base numa série de entrevistas feitas a profissionais que controlam os media e estão a definir as novas tendências deste mercado. O leitor tem a oportunidade de ver que ao longo deste trabalho Deuze chega a conclusões assustadoras e perversas porque, segundo este autor, este novo estilo de vida liquidificada está na base de realidades como: a crescente existência do infotainement, uma progressiva cultura de um consumismo de uma tv-light (novelas, reality shows etc.), a progressiva substituição de direitos de quem trabalha por um crescente número de deveres para com a entidade patronal, “formulas mágicas” em que se baseiam algumas das realidades político-sociais disfarçadas pelos media, etc. Ou seja, poder-se-á dizer que: “o profissional da comunicação passa a ser visto como um escravo que trabalho sob a ameaça constante de perder o emprego.” No entanto, este autor, não sintetiza a realidade comunicacional com esta etiqueta mórbida. E por isso mesmo, ao longo do seu trabalho Deuze refere vários factores positivos onde a democratização dos saberes sai claramente a ganhar. Por exemplo, hoje há uma inédita colecção de conhecimento, culturas e interacções em realidades virtuais que se definem através de anglicanismos e siglas onde se observa a substituição da linguagem oral por ferramentas com uma percepção universal. Aos que vivem a “Liquid Life”, referida anteriormente, de uma forma saudável, modernizando o conceito de “família” e a sociedade, Howard Rheingold chama-lhes “Smart Mobs” porque vivem uma vida recheada de interacções das mais variadas formas, tamanhos e feitios. Por exemplo, actualmente, um telemóvel que apenas sirva para fazer telefonemas e mandar sms’s – se é que ainda existam modelos com apenas estas modalidades – não é um telemóvel no verdadeiro sentido da palavra e do aparelho. Poder-se-á afirmar que: “está na pré-história das comunicações móveis actuais!” Hoje, devido à movimentação proveniente das constantes migrações de realidades como: Internet, televisão, rádio, jogos de computador, dados, funcionalidades do telefone clássico etc., poder-se-á dizer que as comunicações móveis convergem em si um manancial de realidades bem distintas. Para alem dos telemóveis, esta característica é também observável nos mercados dos leitores de MP4. Basta pensarmos no exemplo do iPhone da Apple em que é simultaneamente, um telemóvel, um PDA, um leitor de MP4 e tem as possibilidades de jogabilidade de uma Playstation 2. Ou seja, hoje, a ideia é: “menos e mais”, onde o termo “menos” se pode aplicar a características como o tamanho e a palavra “mais” está, naturalmente, relacionado com a quantidade de funcionalidades. Por isso, compreende-se as preocupações que existem nas empresas para encontrar novas formas de interacções sem ruídos – aquilo que Nicholas Negroponte definiu como: “tecnologias que funcionam como um ‘mordomo inglês’ – a sua eficiência é baseada na sua descrição.”
Actualmente, quando se fala de ruídos, observamos que as preocupações estão-se a direccionar para a Internet porque há uma vontade generalizada de organizar os dados que compõem a realidade da Internet. Aqui, para alem dos pensamentos económicos, há incentivos cívicos e familiares que funcionam como base para estes movimentos aglutinadores. Aliás, esta vontade resume-se a uma nova rede; a “Web 3.0” que, em termos práticos é baseada na seguinte ideia: “mata-se a actual WWW (World Wide Web – rede mundial) e cria-se a WWD (World Wide Database – Base de Dados Mundial) legislada e pronta a perfilar o público que interage com ela eliminando, desta forma, todos os ruídos nefastos.”
Em jeito de conclusão podemos ver que com a globalização da comunicação houve o fim e a alteração de vários paradigmas onde se destacam os aspectos políticos que passo a enunciar: a queda da maioria das ditaduras africanas, a desmoronamento da Cortina de Ferro , o fim dos bastiões comunistas (China e mais recentemente as progressivas alterações do panorama cubano), lideres políticos que foram “convidados” a sair de cena (Clinton), a implementação de sistemas políticos baseados no federalismo, alterações económicas profundas – queda do dólar e o crescimento do Euro (conceito de moeda única), o sustentar de um novo crescimento económico global onde já se observam os novos baluartes capitalistas provenientes do Oriente e as constantes vagas das novas tecnologias da comunicação. Hoje encontramo-nos num momento em que como afirma Jagdish Kapur: “há a necessidade de se encontrar um novo equilíbrio entre a ciência e a tecnologia mais avançadas ao dispor da espécie humana”...



Luís Miguel Pato

Artigo publicado no Jornal "O Centro"

Directos vão ser possíveis no Youtube antes do final de 2008

Fonte: Information Week

sábado, março 08, 2008

Qualidade audio nos conteúdos Mobile




A empresa Dolby aposta na qualidade áudio para os conteúdos mobile.

Fonte: BT

sábado, março 01, 2008

de Pessoa ao PHP ou da pena ao Ajax

Será que a Programação é o nova literacia?

Mark Prensky acha que sim:

sexta-feira, fevereiro 29, 2008

quinta-feira, fevereiro 28, 2008

Série: M*A*S*H - para mobile

Soube há pouco tempo que se está a preparar versões mobile, com grafismos adaptados, de séries clássicas nos EUA e uma delas é a série: M*A*S*H (1972) - Realizada por Robert Altman - o mesmo realizador que fez o filme Gosford Park em 2001.

Para alem de uma certa curiosidade em ver o resultado final desta conversão, decidi mostrar esta reliquia, no bom sentido da palavra, que passou nos EUA até à decada de oitenta.

Fiquem com a introdução:

M*A*S*H Intro (1972) Suicide is Painless de Johnny Mandel & Mike Altman



Manic Street Preachers (1992) Versão de: Suicide is Painless

Rosental Alves - Jornalismo multi-plataforma FCSH UNL

quarta-feira, fevereiro 27, 2008

Youtube bloqueado no Paquistão



É caso para dizer: "A religião é o ópio do povo." K. Marx.


Fonte: Expresso

Alvin Toffler está em Portugal!

a propósito desta visita veja AQUI
os dados acerca da conferência que este autor/visionário norte-americano deu no nosso país.

Relembrando o livro: "O Choque do Futuro" veja, a seguir a 1ª parte de 15, do documentário, com o mesmo nome, narrado por Orson Wells.



A Terceira Vaga













PODCAST - acerca do livro: "A Revolução da Riqueza - Como será criada e como altererá as nossas vidas".
Fonte: Microsoft Technet

terça-feira, fevereiro 26, 2008

TDT em Portugal - Nevermind





















Ciclo de Cinema da Semana Internacional da ESEC


CICLO DE CINEMA DO MUNDO - Semana Internacional da ESEC.

RTP1 - O Mecenato à custa do nosso bolso!

Vejam o artigo acerca da questão: "Publicidade na RTP" de Manuel Maria Carrilho.
Fonte: DN

Cabo submarino liga telecomunicações entre os EUA e o Japão

Seis empresas internacionais vão associar-se para instalarem um novo cabo submarino de telecomunicações e Internet entre o Japão e os Estados Unidos, anunciou hoje a Singapore Telecommunications (SingTel).

Fonte: Diário Digital

PS3 - disponível para publicidade

So, is this market place ment on the gamepad?

ver o site: bit tech

Biblioteca de Filosofia Online

conheça-a no site: http://www.lusosofia.net/

de filme à realidade - Minorty Report sai do ecrã

(Fiction) Filme:




(Fact) Realidade:

Globalização, novos Media & um capitalismo zen...

No livro Media Work – Digital Media and Society Series, o autor norte-americano Mark Deuze entrevista vários profissionais que controlam os media e as novas tendências comunicacionais. Aqui poder-se-á destacar o facto dos enfoques das conversas de estarem relacionados com o porquê da existência do infotainement e de uma progressiva cultura light. A resposta é a existência de uma importância crescente que é dada à progressiva implementação de uma liquid life nos públicos dos media; aqui, poder-se-á destacar a importância de realidades como o Second Life e o Hi 5 onde, tal como acontece em bibliotecas mas sem os livros e sem os leitores em formato físico, se coleccionam saberes, culturas e interacções do mundo dentro de uma só realidade. Aliás, se pensarmos na existência dos forums romanos vemos que este relacionamento intercultural foi um dos segredos deste império do classicismo. Mas ao falarmos do livro de Deuze vemos que uma das conclusões assustadoras se relaciona com a ideia errada dos media serem uma indústria democrática onde, por exemplo, haverá sempre trabalho para quem quiser. Nesta questão, o autor destaca os aspectos que se referem à entrada das mulheres nas empresas de comunicação porque, devido ao domínio masculino nesta área, há a denominada: “formula mágica” que funciona com os seguintes pré-requisitos:

*

Bom aspecto físico;
*

Ser bem falante;
*

Simpatia;
*

Talento para trabalhar em equipa;
*

Ser socialmente aceite.

Deuze garante que se estas premissas forem preenchidos a chegada ao topo é um facto que será consumado mais cedo ou mais tarde. Aqui, será prudente lembrar o esquecimento colectivo que a industria dos media fizeram a figuras, como o norte-americano Thomas Paine, que inspiraram escritas inflamadas acerca de: igualdade, fraternidade, liberdade, revolta e visões criticas acerca do domínio governamental.

Ao pensarmos em: You-tube, Google, Flickr, GMail, MSN – Messenger, Skype, Hi 5 etc., vemos que há hoje uma aparente substituição da linguagem oral por ferramentas que são conhecidas por anglicanismos e siglas que têm um entendimento universal. Aqui, poder-se-á fazer uma homenagem à implementação do Código Morse – uma linguagem universal – que, como sabemos, teve fins militares. Aliás, se pensarmos acerca da proveniência da Internet observámos um paralelismo interessante que se relaciona precisamente com uma origem também militar mas que agora é uma linguagem universal que inclui espaços públicos. Hoje, na Internet, tal como acontecia com os povos clássicos, onde se podem destacar os gregos com Péricles, há uma preocupação cívica que está, progressivamente, a caracterizar a Internet e os seus conteúdos. Aliás, para alem do poder de sugestão para auxiliar o utilizador na interacção com os equipamentos na Internet – aspecto que eliminará o restante do ruído – qual é a principal característica da Web 3.0? Historicamente, desde a “fuga” dos primeiros hominídeos da Mesopotâmia, sabe-se que a evolução humana dependeu essencialmente de dois factores que passaremos a referir: um que se relaciona com a necessidade de haver uma interacção física para que os povos pudessem manter e alimentar relações entre si. Outro aspecto relaciona-se com a necessidade de existirem espaços físicos estáveis que possibilitem o desenvolvimento de fenómenos comunicacionais mais intensos e mais globalizantes. Na primeira característica observa-se que a resposta passa pela, já histórica, necessidade de existir uma grande variedade de espaços físicos distantes para que existam fenómenos comunicacionais intensos e variados. Uma maior variedade de práticas mediáticas e dos fenómenos comunicativos será a chave para responder à segundo factor; aqui, destaca-se a crescente importância das comunicações móveis e da implementação de comunidades virtuais porque, tal como afirma Howard Rheingold: “elas podem fazer o que quiserem”. Aqui, para Anthony Giddens, o facto de vivermos num espaço de “alta modernidade” é a principal causa desta característica. E se imaginarmos um espaço de terra completamente virgem, sem nunca ter sofrido o impacto da sociedade, qual será o resultado?

Como resposta proponho que pensemos no filme “O Naufrago” (Castaway) de Robert Zemeckis Aqui, Tom Hanks interpreta Chuck Noland – um executivo da FedEx que se despenha numa ilha deserta. Ao longo do desenvolvimento da história conclui-se que se está perante um momento de auto procura que é forçado devido a questões de sobrevivência num local onde o isolamento é total. Ao longo do decorrer da trama, como reflexo da intensa solidão, há uma fase em que Noland faz um amigo imaginário chamado Wilson – que é uma bola de voleibol com essa marca impressa no couro. Esta obra de Zemeckis mostra, de uma forma bem dawarnista, que à beira do fim do mundo, onde civilização é apenas uma memória, um homem encontra o rumo da sua vida. Posto isto, chega-se à conclusão que o crescente grau solidão foi a base do decorrer da trama desta história cuja narrativa segue uma simplicidade linear que provém da, já clássica, ideia de que: meios ambientes adversos afectam o desenvolvimento do herói (ou da personagem principal) ao longo da obra. No entanto, e para não fugir ao tema, imagine-se que, a uma dada altura, existisse uma maquina que possibilitasse viagens de animais e até do próprio Chuck Noland desta ilha isolada para a civilização. Não tardaria muito e tendo em conta a origem norte-americana do filme teríamos um McDonald’s nas areais brancas da praia a servir hambúrgueres, batatas fritas e Coca Cola! E jamais teríamos a magnifica interpretação de “Light my Fire” dos Doors no momento em que Noland consegue acender pela primeira vez uma fogueira com a fricção de dois paus. Enfim, com as tendências tecnológicas da globalização verificar-se-ia que esta ilha, esta realidade e o homem naufragado jamais seriam os mesmos. Aqui demonstra-se o reflexo das consequências da nova era da globalização sobre as economias clássicas porque as realidades empresariais actuais são, tendencialmente, isoladas e amigas das barreiras geográficas. No entanto, quando estas são retiradas há sempre momentos de grande tensão devido à grande incerteza que caracteriza os resultados destas mudanças. Acerca deste assunto podemos ver os seguintes exemplos que aconteceram nos últimos trinta anos de globalização progressiva: o colapso do regime politico da África do Sul (Apartheid), a queda do Muro de Berlim, o desmoronamento da União Soviética, o aumento do número de países na União Europeia (resultantes da queda da “Cortina de Ferro”) e as vagas das novas tecnologias da comunicação. Em suma, conclui-se que nos próximos tempos haverá a possibilidade de assistirmos às visões empíricas sobre uma globalização para sustentar um novo crescimento económico global onde se deverão destacar os novos baluartes capitalistas provenientes do Oriente...


Luís Miguel Pato



Obama, Clinton - uma luta no youtube!


desde o Myspace até ao Youtube a luta tem sido renhida! Primeiro foram os lançamentos das campanhas políticas depois tem sido as gafes e isto tudo se resume à escolha dos eleitores! Agora, neste momento de euforia em torno da democracia digital, estou como Wolton: "e depois da Internet, como serão estes eventos?"

segunda-feira, fevereiro 18, 2008

Plataforma mobile Android

Conheça aqui o "afamado" G(de Google)PHONE que afinal... não existe. Vejam os vídeos que se seguem:







enfim, um mundo de conhecimento na palma de uma mão...

terça-feira, fevereiro 12, 2008

NBC e NYFA perguntam: O que é que faz um Jornalista Digital?

Será que é "apenas" Coragem, a Versatilidade, e a Curiosidade?



É muito, muito mais...

sábado, fevereiro 09, 2008

BeActive produz conteúdos interactivos baseados no CSI




A empresa de produção de conteúdos interactivos BeActive produziu a série "Young CSI" onde crianças, com idades compreendidas entre os 09 e os 14 anos, são convidadas a resolver investigações criminais fictícias através de jogos interactivos, buscas na Internet e comunicações móveis.

sexta-feira, fevereiro 08, 2008

BBC - Launches Parenting Video On Demand




"For the next six months, from January 2006, the BBC is giving people more control over what they watch and when they watch, by allowing viewers access to tips and clips from hit BBC parenting shows downloaded from bbc.co.uk/parenting."

Fonte: BBB

As leis da física no Second Life (SL)


Fonte: SAPO Codebits

quinta-feira, fevereiro 07, 2008

Digital Media Publishing Launches Mobile TV News Analyst




"Digital Media Publishing, the company that brought you industry-leading publications such as New Video Technology and IPTV News Analyst, along with accredited news-sites such as www.mobiletv-news.com and www.iptv-news.com, has announced that it will be launching Mobile TV News Analyst at this year’s 3GSM World Congress in Barcelona, February 12-15.
(...) Mobile TV News Analyst will focus on the business and technology of mobile TV and report on service provider news and strategy, plus key vendor developments. The bi-monthly will be available free online and will have completely independent editorial, leading contributors, cutting insight and highly relevant information. Printed copies of Mobile TV News Analyst will be distributed at 3GSM World Congress 2007. Printed copies will be made available thereafter at relevant industry trade shows".

Fonte: BBB

BBCi - Relembrando Documentários Interactivos


Sir David Attenborough apresentou em 2002 a série documental interactiva The Life of the Mammals. Veja ou reveja este conteúdo absolutamente fantástico!

"T2 para 3" - 1ª série emitida exclucivamente na Internet


"T2 para 3" - A primeira série portuguesa emitida exclusivamente on-line,no Sapo WebTV, foi emitida no passado dia 28 de Janeiro. Esta ficção é baseada na história de três estudantes universitários que partilham uma casa no Bairro Alto.

Este conteúdo, que provém de uma parceria entre a Sapo e a empresa de conteúdos interactivos BeActive, terá 130 episódios, com uma duração que varia entre os dois e os cinco minutos.
Este conteúdo será difundido em multi-plataformas com extras que vão desde as fotografias, vídeos, blogs das personagens até aos perfis destas no Sapo.

Teaser



Episódio 0



Episódio 01


Episódio 09

quarta-feira, fevereiro 06, 2008

HOT SPOT - Programa TVMobile das PF's




HOT SPOT - Depois do programa "Quinze", mais uma produção das Produções Fictícias (PF's) para a RTP Mobile. A linguagem é semelhante, está disponível às Sextas-Feiras pelas 19 horas e tem a duração de 10 minutos. Segundos os criativos das PF's cada episódio apresenta 10 temas relacionados entre si, através de uma lógica Amazon , onde há a apresentação de um produto e os seus semelhantes.


Apresentação do programa TVMobile das Produções Fictícias




1º Episódio

Uma prenda da produção regional...

TV Barroso (TV Regional) apresenta o Haka Barrosã!
Mais uma influência dos meninos do Gato!

quinta-feira, janeiro 31, 2008

Lembrando Fritz Lang...

M - Fritz Lang (1931)

Digital Minds lança jogos de telemóvel no Brasil


A empresa incubada Digital-Minds irá lançar em breve no Brasil o seu jogo para telemóvel “Chiquititas, O Lado Doce da Vida” e tem como meta alargar as exportações a toda a América Latina durante 2008.

fonte: IPN

O Sítio da Apple disponibiliza Video On Demand no iTunes

quarta-feira, janeiro 30, 2008

PSP Skype functionality released today in Europe

Agora, a ferramenta Skype, já funciona na nova PSP slim...



Fonte: bittechnethttp://www.blogger.com/img/gl.link.gif

DEXTER - Mais uma série de culto da RTP 2

Então... mas onde é que está o afamado projecto do Dr. Falcão? Será este o serviço público da televisão portuguesa? Damn...

DEXTER

Remember Roswell

sexta-feira, janeiro 25, 2008

Mobisodes - LOST








Série de culto "Lost" tem novos episódio exclusivos em formato "V Cast" para TV Mobile.

(Este tipo de distribuição criada pela empresa Verzion Wireless, uma criação da Cellco Partnership - a 2ª maior empresa de comunicações sem fios dos EUA, difunde áudio, vídeo e dados através de telemóveis, portáteis, etc. que podem ser guardados em Caches ou então em cartões de memória removíveis. Em termos de leitura funciona com um sistema de buffering - cujo a demora depende da qualidade do sinal de rede. Em termos de oferta, esta empresa detém os direitos sobre a maior parte dos jogos, séries e outros dados que circulam nos sistemas sem fios nos EUA.)

A Internet - O Pão nosso de cada dia...

Is this Zion?
(Representação Visual da Estrutura da Internet).

Fonte: http://www.designinginteractions.com

quarta-feira, janeiro 23, 2008

Heath Ledger encontrado morto em casa

Um dos mais prolíficos jovens actores da actualidade morre em Manhattan aos 28 anos. Mais um talento que se perde...
Fonte: Público

Vejam alguns momentos deste jovem talento australiano.

O Patriota - 2000



Monster's Ball 2001



Ned Kelly - 2003



O Segredo de Brokeback Mountian - 2005



Irmãos Grimm - 2005



Casanova - 2005



Joker - Batman o Ínicio 2 - O Cavaleiro Negro 2008 (ainda em fase de pós-produção)

quinta-feira, janeiro 17, 2008

Popeye faz anos!

O 1º episódio do Popeye



Popeye o Marinheiro - o filme (1993)

quarta-feira, janeiro 16, 2008

Qualquer telemóvel já grava MP3!?

quem o anuncia é o site: drop.io

José Fragoso (TSF) substitui Nuno Santos (RTP)

José Fragoso, actual director da TSF, é o novo director de programas da RTP, substituindo Nuno Santos, que se transferiu para cargo idêntico na SIC, anunciou a estação de rádio.

Fonte: Diário Digital

terça-feira, janeiro 15, 2008

Viagens na memória...

Mr Rogers Neighborhood - programa infantil da emissora de televisão PBS (Public Broadcasting Service) nos EUA entre 1968 e 2001.




ah... saudade...

segunda-feira, janeiro 07, 2008

quarta-feira, dezembro 12, 2007

conheça o Kindle da Amazon

Kindle - o novo "gadget" da Amazon promete mudar o mundo da leitura...

E o Óscar vai para...

Herman José "ganha a medalha de ouro" com o programa "O Tal Canal"numa eleição promovida pelo DN, Time Out Magazine e as Produções Fictícias que se proponha a eleger o melhor programa de televisão dos últimos 50 anos...

Até dá vontade de dizer: "Quem te viu e quem te vê!"

terça-feira, dezembro 11, 2007

O que o Digital não vai alterar...

A gradual introdução da tecnologia digital não irá só produzir alterações na indústria cinematográfica. A forma como se prevê que os anunciantes irão investir nesse meio também acabará por introduzir alterações no modelo de negócio das duas empresas que operam neste sector.


Fonte: M&P

Digital Story Telling

Digital storytelling, according to Bernajean Porter, the author of DigiTales: The Art of Telling Digital Stories, takes the ancient art of oral storytelling and engages a palette of technical tools to weave personal tales using images, graphics, music, and sound mixed together with the author’s own story voice. It is both personal and educational, and, like the best stories, the process of digital storytelling can be hard to define, simply because it is not formulaic.

Fonte: What Works

The Storyteller - Jim Henson

Ah!!! E... agora, como é que vai ser?



Greve dos trabalhadores das produtoras de séries colocam em causa a continuidade de séries como as Donas de Casa Desesperadas e as versões do CSI (...)



Fonte Dê Ên
(DN)

O Movimento “Open Source” já converteu a Europa e os EUA

Open Office – para Macintosh, Linux, Windows , programas de edição de vídeo, áudio, 3D, vectorial, motores de busca (Apache, Firefox), spyware, firewall’s, anti-virus, etc.; enfim, estamos perante um leque de programas “livres de chancela empresarial (Adobe, Macromedia etc.)” definidos como open-source – estes já fazem parte do dia-a-dia de grandes empresas norte-americanas e europeias para o sucesso nas várias tarefas que compõem a sua realidade profissional.

“Em dez anos, o ‘open-source’ deixou de ser usado apenas por estudantes, autodidactas... e passou a ser aceite por grandes organizações”, afirma Micheal Goulde (citado no artigo “Software livre ganha galões”, de João Ramos, Expresso, 27/10/2007). Apesar do sucesso, há ainda alguma resistência à implementação deste tipo de software nas empresas; isto acontece porque os resquícios do imperialismo económico e informático tradicionalista ainda imperam nas atitudes de quem tem o poder para decidir. Porém, independentemente de alguma relutância, há exemplos de sucesso em causas nobres, como o que acontece no auxílio ao combate contra a cólera – exemplo dado por Thomas Goetz, na revista on-line WIRED. Neste aspecto temos computadores acessíveis com programas gratuitos utilizados nas acções de auxilio de associações de voluntariado.

Temos assistido, recentemente, a um grande interesse por parte dos produtores de conteúdos, programadores, utilizadores etc., na utilização deste software; aqui, podem-se, naturalmente, detalhar os seguintes aspectos:

1 – Um grande número de programas que têm, entretanto, surgido no mercado;

2 – O crescente interesse havido nesta área (empresas como a IBM, a Hewlett – Packard “HP”, e aSun Microsystems etc.);

3 – Inovações didácticas no ensino que só agora começam a dar frutos – este aspecto pode ser visto na progressiva implementação da utilização de computadores nas escolas e do inglês;

4 – O surgimento de novos mercados através de financiamentos avultados para implementar estes mercados – observem-se os exemplos dados pelas empresas Linux, Red Hat, Collab.Net, Cobalt Networks, Scriptics, e a Sendmail.

No entanto, apesar de se estar numa fase de bonança tecnocrática no que se refere à introdução de software open-source, observa-se que há uma grande resistência na adopção deste tipo de tecnologia nos sistemas transnacionais que aufiram volumes muito elevados. Mas no que se refere à utilização nos computadores pessoais nota-se que a utilização do Linux é já uma realidade considerável numa faixa de população que está ligada ao trabalho e ao estudo sobre “a imagem”. Estamos, naturalmente, a referir-nos aos designers, web-designers, profissionais de informática (que não façam parte do back-office), produtores multi-plataformas, etc.

Mas será que esta realidade se pode implementar noutros mercados?

Partindo do exemplo de uma marca de automóveis será que ela poderá usufruir deste tipo de software? Os componentes de automóveis podem ser feitos através deste formato? Aqui, observa-se que as marcas de automóveis por vezes só assinam o modelo que estão a propor e isto acontece porque há uma infinidade de interesses comerciais que podem, ou não, ter bases meramente económicas. A marca, em muitos casos, serve apenas para convergir várias marcas sob a égide de um só nome. Vejam-se os exemplos dos carros híbridos e dos sistemas GPS, que numa fase inicial tinham apenas interesses com prevalência científica; no entanto, passadas estas, a questão comercial prevalece sempre. Tal como referimos no início deste artigo, aqui também há problemas económicos e históricos que se referem a questões provenientes de uma grande quantidade de pessoas que compõem as várias indústrias do ramo automóvel. Por fim, importa enumerar os problemas referentes à infoexclusão (por parte dos consumidores e construtores desta indústria), e os que estão relacionados com uma rede deficitária – que causa o gasto de somas monetárias astronómicas. Por isso, sugere-se que este tipo de software ainda requer muita investigação antes da implementação noutras indústrias... Mas, e se pensarmos na implementação de outras realidades profissionais na utilização deste tipo de programas?

Marketing e software “Open Source” – fac-simile...

No século passado, o investigador norte-americano do MIT, Nicholas Negroponte chegou à conclusão de que o nosso software precisa de funcionar como um “Mordomo Inglês” para ter sucesso; ou seja, não precisamos de estar constantemente a “tropeçar” nele para lhe darmos o crédito que ele merece na execução das suas funções. Aqui, se pensarmos em questões de marketing como o product placement e software open source depressa chegamos à conclusão de que, após a resolução de alguns problemas funcionais (que estão relacionados com uma possível invasão de esferas exclusivas de funcionalidades técnicas por parte de estratégias de marketing), brevemente poderá haver publicidade a “inundar” o nosso software open source sem que se pressinta nenhum malefício para a sua função inicial. Já pensou num Open-office a funcionar com o patrocínio da L’Oreal? No fim da redacção de um documento, em vez das opções para guardar, ou não, o texto, poderemos ter, antes dessa opção, uma outra caixa de texto onde se poderá ler: “Open-office, porque você merece...” Ou então, num caso de um sponsoring da destilaria escocesa Famous Grouse, poderá ser “Open-office: no rules, great text...”. Touché... Enfim, em termos publicitários, poder-se-á dizer que é um mercado muito apetecível.

Em suma, observa-se que, apesar de grandes dificuldades, há uma esperança baseada em factos que demonstram que os programas open-source serão uma realidade a curto prazo. Para além de terem adjacentes poupanças que advêm do facto de serem livres, há também uma esperança de benefícios informáticos atendendo a uma maior abrangência de públicos que podem fazer o download destes programas sem estarem a cometer nenhuma ilegalidade. Em termos profissionais haverá mais qualidade na produção, rapidez de processos e eficiência na utilização de recursos – características provenientes de um maior convívio com estes programas em esferas que não se resumem apenas à do emprego porque há a possibilidade de os terem nos PC’s em casa – afinal são programas gratuitos! Por fim, acredita-se que a competição entre esferas comerciais e as de open-source será benéfica para o mercado em geral e para os utilizadores em particular...

Linus Trovlads - Criador da Linux numa conferência da Google... enjoy...


Fonte: O Despertar

Parabéns Manoel

Manoel d' Oliveira faz hoje 99 anos...

Happy Birthday Manny!

quinta-feira, dezembro 06, 2007

Região Norte TV - uma prenda antes do Natal


As emissões da Região Norte TV vão arrancar ainda antes do Natal. A garantia é deixada pela TV Tel, que agendou para o próximo dia 12 a apresentação oficial do canal, que marca a entrada da operadora de cabo e satélite sedeada no Norte do país na área da produção de conteúdos televisivos.

Fonte: M&P

sexta-feira, novembro 30, 2007

TV Cabo lança novo canal este Fim de Semana

A empresa TV Cabo estreia, este sábado, 01 de Dezembro de 2007, o canal de filmes e séries (MOV), com uma emissão 24 horas por dia. Agora, resta questionar-me acerca de qual será a constituição da dita: "programação alternativa" da RTP2? Ou, como diria Tony Soprano:"Maybe they just run out of luck!"

Phone-ix os CTT já estão na moda!

Ficará para a história como o nome: Phone-ix e tem como indicativo o: 922, a que juntam, naturalmente, seis dígitos. Foi lançado, tal como previsto, hoje - 30 de Novembro - e é a linha de identidade do primeiro operador móvel virtual (MVNO) no mercado, que os CTT já desenvolvem há cerca de três meses.


terça-feira, novembro 27, 2007

Controlinveste: Aposta nas multi-plataformas

Um canal de televisão generalista no âmbito do concurso da Televisão Digital Terrestre "porque na televisão não pode haver feudos" e o lançamento da Sport TV3 são algumas das intenções do grupo Controlinveste para o próximo ano. Será caso para dizer ao Joaquim Oliveira (presidente deste grupo de media): "É assim mesmo 'Quim', dá-lhe com tudo o que tens!"

Fonte:
M&P

quarta-feira, novembro 21, 2007

Canal PT Conteúdos apresenta-se na TV Cabo

Durante o mês de Dezembro o Mov, o novo canal de filmes e séries exclusivo da TV Cabo, vai estar disponível para os assinantes do pacote básico da operadora. O canal, cujo lançamento esteve previsto para Novembro, é hoje apresentado publicamente, com estreia agendada para 1 de Dezembro, e estará disponível no pacote Funtastic Life.

Fonte: M&P

Da Velocidade da era do Gadget à Info-exclusão

Perante o grau de informação que, actualmente, transborda dos ecrãs da nossa vida, há já quem lhe relacione movimentos como o ultra-politizado Agenda Surfing – frase proferida por José Sócrates para caracterizar a preparação que Marques Mendes fazia para discutir o estado da nação nos debates na Assembleia da República. Mas se pensarmos acerca deste aspecto chegamos à conclusão que desde a revolução industrial as máquinas têm vindo a alterar a vida das sociedades ocidentais.

A frase: “Run Forest, Run...” que Jenny (Robin Virginia Wright) diz a Forrest (Tom Hanks) no Filme Forrest Gump, de Robert Zemeckis, parece ser a que mais se adequa à realidade que vivemos hoje porque, desde tempos históricos, há uma substituição de hábitos ancestrais por máquinas que pautam o ritmo da nossa vida quotidiana, acelerando-a, substituindo-a, padronizando-a com actividades, por vezes supérfluas – aspecto que causa uma alteração irreversível do senso comum e a experiência vivida. Por isso, as transformações e mutações tecnológicas que imanam da actualidade das nossas vidas são apenas o acentuar de tendências ancestrais onde a novidade não reside na mediação tecnológica mas numa maior aceleração de ritmos de vida e do acesso imediato a dados com possibilidades interactivas.

Não é por acaso que existe um velho ditado que afirma que a história se repete. No entanto, aqui, podemos ver que, historicamente, houve momentos em que uma busca por uma certa essência cultural prevaleceu sobre a mediação das ferramentas tecnológicas; por exemplo, e de acordo com Adorno e o resto dos seus “colegas” da Querela Alemã, a cultura corria sérios riscos de perder as características que caracterizam a sua essência enquanto “uma cultura pura” sem nenhuma infiltração danosa proveniente da mediação técnica. Com estes estudiosos havia uma certa crítica que é feita ao comportamento humano porque estes investigadores observavam que o homem não consegue evitar uma constante necessidade de aceder à documentação impressa e aos funcionalismos tecnológicos.

“Um dia ninguém nos conhecerá melhor do que o nosso software”, afirma Rui Cádima acerca do que o futuro nos reserva. Aqui, gostaria de fazer um parênteses para destacar que nesta “Era da Informação” as novidades residem numa grande quantidade de informação, onde a “execução imediata” é o ponto de partida para transformações sociais; onde, num mundo laboral, se destaca a, cada vez mais presente, implementação do computador e de redes que fazem com que a valorização criativa e cognitiva tenham a tentação de resvalar para um exagero técnico. Há já algum tempo que se sabe que a interactividade é a base do sucesso do multimédia; aqui, observa-se que há a substituição de velhas relações hierarquizadas de uma forma feudal por outras que as disfarçam. Por exemplo, no fenómeno do “Trabalhador de Portfolio” (Charles Handy) o empregado passa a ser um “caracol não sindicalizado” representativo de um funcionário pertencente a um futuro onde o emprego passa a ser quase uma religião porque há fé em algo que não é presente fisicamente de uma forma constante.

Hoje, vemos que uma grande percentagem da empregabilidade se resume à palavra “precariedade” porque há uma inaparente obrigação de uma constante adaptação (aspecto que não está relacionado com factores didácticos) através de um nomadismo que faz com que aspectos ancestralmente acolhedores como a família sejam sujeitas à utilização de gadgets para a realização das suas comunicações interpessoais. No entanto, numa visão inversa, se pensarmos na questão do afamado “cidadão do mundo” esta ideia de nomadismo comunicacional ajuda a retirar a pertença territorial que ainda nos caracteriza como seres humanos... mas isso serão contas de outro rosário.

Info-exclusão

Hoje observa-se a existência de um grande investimento por parte das empresas e dos poderes políticos para modernizar as estruturas (redes, etc.); no entanto, as velocidades de implementação diferem de país para país de acordo com o seu poder financeiro. Há esforços para implementar sistemas de intranet em pólos empresariais, também se verifica que as escolas e os serviços públicos são alvo prioritários das preocupações dos governos. As operadoras móveis têm projectos (e-escol@) em que os sistemas de banda larga sem fios são oferecidos com portáteis a baixo custo. Se pensarmos na questão da Internet e da progressiva implementação do wireless observa-se que, já no século XVIII, Karl Marx afirmava que “ tudo o que é sólido se desmancha no ar”.

Em termos políticos, observamos que actualmente há realidades que ficam por ser apenas boas intenções porque existe uma desmesurada preocupação pelas questões tecnológicas – aspecto que descura os outros assuntos mais trabalhosos (educação, alteração de hábitos sociais, etc.). Em termos de formação verifica-se que há um enfoque baseado demasiadamente numa perspectiva de saber manusear as máquinas e os respectivos programas (software); esta ideia faz com que assuntos como a reflexão e a criatividade fiquem num plano secundário.

A preocupação de aliar as funcionalidades da Interactividade faz com que o ecrã deixe o panorama pixelizado da antipatia do Spectrum para passar a ser uma parte da solução e assim deixa de “usar a capa do causador de problemas” para sempre. Com o computador a deixar de ser “barreira” há uma transparência que faz com existam novas formas de aliar os tecnófobos nas fileiras do info-incluídos. Observa-se que, actualmente, a preocupação das empresas passa pelos tecnófobos mais jovens que ainda não conseguiram assimilar o conceito de que nos próximos anos nenhuma realidade profissional sobreviverá fora dos benefícios da tecnocracia da rede binária. “As auto-estradas da informação são essenciais para o desenvolvimento da Sociedade”, afirma, acerca da importância deste propósito, Derrick de Kerchove.

Hoje, observa-se que a palavra “convergência” é a grande preocupação das empresas; no entanto, esta realidade só se conseguirá se o “elo de ligação” for a Internet. Em termos práticos, esta característica verifica-se no crescente número de aplicações e softwares que transportam realidades provenientes da televisão e do computador para as de fenómenos de comunicação nomádica como acontece com os iPod’s, PDA’s, PSP’s telemóveis, etc. Aqui, há uma transformação na maioria das tarefas que eram, habitualmente, desempenhadas em realidades físicas fixas como o PC e os leitores de VHS, DVD, etc.

Para além deste aspecto observa-se que, actualmente, há uma tentativa de diminuir o fosso entre os países “info-ricos” e “info-pobres”, porque se sabe que a revolução digital dará lugar a um novo tempo e a uma nova sociedade (tanto em termos individuais como colectivamente) que se revelam diferentes do que conhecemos até agora – a Sociedade da Informação. Esta será caracterizada pela conectividade, dominada pelo mundo virtual e pela Internet onde há uma abundância de conteúdos que serão aspectos determinantes para a produtividade, criatividade, mobilidade, e competitividade – aspectos que servirão de alicerces para esta nova sociedade.

No entanto, é necessário superar alguns dilemas, que enumeramos neste artigo, para que se consiga o sucesso na implementação desta nova tribo nomádica. Em suma, podemos dizer que se estes problemas ficarem resolvidos, esta geração ficará para a história, com lugar reservado à beira dos que implementaram a Spinning Jenny (máquina de tecelagem industrial utilizada na Inglaterra nos sécs. XVIII e XXI), como propulsores do início de uma nova sociedade, de um novo tempo...


Fonte: "O Despertar"

quarta-feira, novembro 07, 2007

Vida Interior de Martin Frost & luz, mensagens e atmosferas...



Acaba de estrear nas salas de cinema de Portugal o filme The Inner Life of Martin Frost (A Vida Interior de Martin Frost) do escritor/realizador nova iorquino Paul Auster. Esta última extravagância tem, como narrativa muito anti-hollywoodesca, uma história de um famoso escritor que procura a afamada tranquillité para descansar e acaba por descobrir a maior aventura da sua vida.
Por falar em tranquilidade, quem não se lembra da introdução excessivamente cervantesca do filme Chocolate, do realizador sueco Lasse Hallstörm; o mesmo que realizou filmes como “Chegadas e Partidas” (Shipping News), Casanova, Aprendiz de Sonhador (Gilbert Grape) - obras que têm a particularidade de transportar o público para um mundo de sonho, onde a iluminação tem um papel ainda mais crucial no decorrer da criação das atmosferas que compõem a totalidade das narrativas.

Chocolate Trailer



Já Henri Alekan, afamado iluminador da história da cinematografia francesa, falava da importância da iluminação para passar a mensagem desejada. “A luz verdadeira nem sempre é a luz justa. Assim, ela deve ser reinventada”, afirmava.

Historicamente, podemos ver que, já no início do século passado, Serguei Eisenstein tinha pensamentos muito vincados sobre a importância de uma correcta iluminação para criar uma cor que pudesse fazer com que cada elemento se tornasse “no protagonista do momento presente”. Se pensarmos em filmes como O Couraçado de Potemkine e Ivan o Terrível poder-se-á afirmar que a obra deste realizador se resume à expressão “Conflito!”.

O Couraçado de Potemkine



É verdade que, em termos de edição, Eisenstein monta de um modo directo e seco; no entanto, no capítulo da iluminação – apesar de ter contrastes muito acentuados – há uma teatralidade que está cada vez mais presente à medida que a sua obra se vai desenvolvendo. Este aspecto poderá ser visto com ainda mais veemência nos filmes Ivan o Terrível I e II – os últimos filmes da sua curta vida. Aqui, as personagens são hiper-teatralizadas através dos movimentos, projecção de sombras, maquilhagem, encenações e até na linguagem de planos utilizada pelo realizador.
Nestas obras, apesar da iluminação funcionar por assimetrias assumidas ao longo da película, há momentos em que a luz cria um ambiente cuja plasticidade nos remete para um mundo onde imana uma sensação de artificialidade que só poderá ser encontrada nas esferas das narrativas fantásticas. No entanto, apesar de existirem simetrias, será que a cor é única? Não. Por exemplo, em Nosferatu (1922 – Realização F.W. Murnau) observa-se que há cores que caracterizam cada momento de acordo com as necessidades que compõem a trama deste filme. Por exemplo, no famoso plano do amanhecer na embarcação que transporta o Vampiro - Conde Orlok (Max Schreck), que é feito em contrapicado (para se conseguir uma sensação de pequenez no público) há um tom azul de tal forma profundo e generalizado que o espectador sente que a criatura consegue cessar o resto da acção, sendo ela o enfoque de tudo o que a rodeia.
Ela é: o mastro, a face, as garras, as velas, as cordas, a roupa, etc.; enfim, Nosferatu transforma-se numa atmosfera. Esta histórica versão não autorizada de Dracula de Bram Stroker é um caso paradigmático da história do cinema pela importância que Murnau deu ao tratamento preciosista da iluminação para criar atmosferas únicas. Poucos se não lembrarão das garras projectadas nas paredes da pensão na cena da dentada!

Nosferatu


No entanto, seria de todo injusto não falar de D.W. Griffith – o primeiro realizador babilónico (em todos os sentidos) de Hollywood. Dos seus filmes, estilo Vaudeville, gostaria de destacar o caso d’O Lírio Quebrado (1919) porque é uma das primeiras obras em que há uma preocupação com a iluminação e com a cor. Aqui, há a frequente utilização do sépia e do verde de acordo com vários momentos da narrativa; os tons esverdeados são utilizados em momentos de acção mais acentuada, enquanto que o sépia é referente à estagnação e a momentos considerados meramente informativos. Ao falarmos de iluminação e na criação de atmosferas, deve-se referir o pertinente espólio de Francis Ford Coppola - realizador unanimemente considerado como um monstro pictórico na arte da cinematografia. Por exemplo, no seu filme Dracula de Bram Stroker, na sequência em que Vlad Tepes descobre que a sua noiva Elisabetha se suicidou, há um plano picado em que a existência de uma jura virada para os céus a amaldiçoar Deus denuncia a chegada de tempos tenebrosos, com o vermelho a caracterizar progressivamente todos os elementos que compõem o espaço. Aqui, na vasta obra deste realizador, podemos fazer uma comparação contrastante com o início do Padrinho II, onde, nas cenas em que se revive a infância de Don Vito Corleone, há uma alegria contagiante, aparentando-se um convite ao público para um regresso à infância; esta característica mantém-se até ao momento em que o rapaz foge para os EUA, para dar início à saga que afamou o nome de Coppola...
Por fim, ao referirmos ambientes pictóricos, há que destacar a obra de Brian De Palma; aqui, gostaria de sugerir dois momentos, em duas obras distintas. No filme Os Intocáveis há uma introdução à cidade de Chicago, nos anos 20 do século passado, com um brilho muito vivo e uma limpeza que é abruptamente interrompida com uma ruptura estonteante que nos leva por uma viagem em catarse pelo mundo da máfia de Al Capone. Em La Femme Fatale, uma obra muito noir, De Palma recorre ao já típico grau de brilhantismo que imana dos elementos; aqui, o realizador cria um assalto numa cena onde contracenam Rebecca Romijn e Rie Rasmussen; nela, os planos apertam-se à medida que as tentações carnais são retratadas de uma forma tão confluente que faz com que cada elemento que compõe a cena seja, gradualmente, parte culpada do roubo de um colar de ouro porque a totalidade do cenário acaba por adquirir um tom dourado à medida que se atinge o clímax da narrativa – que é naturalmente o assalto. No entanto, a relação do tratamento da luz e dos movimentos da objectiva faz que com haja um hiato entre o real e a ficção tão diminuto que surgem dúvidas em relação à origem maligna desta cena.

Os Intocáveis




Dracula de Bram Stroker




N’ A Vida Interior de Martin Frost, tal como acontece nas obras de De Palma e de Hallstörm, Paul Auster utiliza uma iluminação que cria um ambiente tranquilo onde o brilho que imana demonstra a pureza do lugar onde decorre a narrativa. No entanto, há um certo grau de solidão que se começa a manifestar frame a frame até que numa manhã Frost descobre uma misteriosa mulher deitada ao seu lado. Martin apaixona-se loucamente por esta misteriosa musa – o que o leva a escrever a sua obra mais completa; no entanto, à medida que o desenvolvimento da sua história entra em catarse a iluminação, que começou por ser baseada em cores graficamente quentes e confortáveis, entra nas esferas provenientes da luta ancestral baseada no preto e no branco; historicamente, este aspecto denuncia a iminência de um fim trágico.

Aqui, podíamos lembrar as atmosferas dos filmes Million Dollar Baby e Mystic River, do norte-americano Clint Eastwood, onde há uma “jigajoga” entre o claro e o escuro (aspecto que provém do expressionismo alemão e dos filmes noir), que faz com que a passagem entre o realismo e o fantástico seja diminuta e, por isso, repentina. Aqui, há um jogo baseado num vice-versa de fortes contrastes luminosos que faz com que haja uma atmosfera onde existe uma aparente luta entre o bem e o mal. Ou, como acontece no caso de Martin Frost, entre o outer self e o inner self. No entanto, como disse Chklovski, poder-se-á afirmar que na obra “Cinema”, tal como acontece em qualquer arte, estamos perante “uma soma de processos”. “And that’s how the cookie crumbles!” (Jim Carrey – Bruce o todo Poderoso).

sexta-feira, novembro 02, 2007

Um Youtube very Google

TV Digital chega aos telemóveis



A Alcatel-Lucent e a Vodafone fizeram ontem, em Lisboa, a primeira demonstração do sistema Mobile Broadcast TV, baseado na tecnologia DVB-SH, ou seja, televisão no telemóvel em alta definição.

Fonte: CM

quinta-feira, outubro 25, 2007

Hollywood leva hacker a trair a BiTorrent

Promises of Hollywood fame and fortune persuaded a young hacker to betray former associates in the BitTorrent scene to Tinseltown's anti-piracy lobby, according to the hacker.

Fonte: Wired

ERC - Preocupados com as novas plataformas comunicacionais

Vários organismos europeus de supervisão dos media estão preocupados com a forma como vão regular os conteúdos nas novas plataformas, como a Internet ou os telemóveis, cujas regras estão ainda por definir. E avisam que é preciso ter um olhar mais atento para os conteúdos dirigidos às crianças. Estes foram dois dos desafios futuros que representantes de quatro reguladores europeus - Itália, França, Inglaterra e Portugal - apontaram ontem durante a Conferência Anual promovida pela Entidade Reguladora portuguesa (ERC), que termina hoje em Lisboa.

Fonte: DN

Oink foi encerrada!

O "OINK"era uma rede "peer-to-peer" de partilha de ficheiros - uma espécie de Pirate Bay, mas fechado (só lhe era possível aceder por convite) e muito misterioso (ao contrário do espalhafatoso Pirate Bay, os membros do Oink eram muito aversos a publicidade).

Fonte: Público

TVI Constroi Cidade Cenográfica

A criação de uma "cidade cenográfica", que centralize as estruturas de produção da NBP, responsável pelas telenovelas da TVI, e a pretensão de lançar dois novos canais por cabo em Setembro de 2008 foram ontem anunciadas por Manuel Polanco, administrador-delegado da Media Capital, que detém as duas empresas. Polanco adiantou que o grupo possui já cinco estúdios e que pretende também fazer "uma extensão para produção em locais exteriores", sublinhando que "a produção de conteúdos é onde se concentra o grande potencial de crescimento do grupo"."Estamos dispostos a focalizar a estrutura de produção de toda a Prisa sob a marca NBP"referiu, sendo que " o mais difícil é encontrar um lugar".

Fonte: JN

sexta-feira, outubro 19, 2007

«A BOLA on-line» no seu PDA

Os leitores de «A BOLA on-line» podem agora aceder aos conteúdos do site de forma rápida, fácil, cómoda e acessível no seu PDA ou telemóvel.

Fonte:

Al Gore - O Monstro da Comunicação

Não se deve esqueçer que foi Al Gore que afirmou: "Que a comunicação é o petróleo do século XXI"
Well done Al!

Vodafone estuda entrada no mercado IPTV








Fonte:

Os iPOD's do futuro!

quarta-feira, outubro 10, 2007

Labcom - publica livro acerca do jornalismo digital


O livro Jornalismo digital de terceira geração reúne os artigos apresentados durante as “Jornadas Jornalismo On-line.2005: Aspectos e Tendências”, durante os dias 25 e 26 de Novembro, na Universidade da Beira Interior, Covilhã (Portugal). Além dos artigos dos seis participantes das Jornadas (Anabela Gradim, António Fidalgo, Concha Edo, Jim Hall, João Canavilhas e Suzana Barbosa), o livro agrega mais duas importantes contribuições produzidas pelos autores brasileiros Elias Machado, Marcos Palacios e Paulo Munhoz. De um modo geral, os textos que integram este livro-colectânea reflectem a evolução do jornalismo digital.

Veja aqui

Universidade Lusofona cria vídeo para auxiliar a PJ no caso Maddie


Paulo Sargento e Pedro Gamito, professores de psicologia forense na Universidade Lusófona de Lisboa, fizeram um estudo científico e criaram um vídeo que mostra o Ocean Club a três dimensões. O objectivo foi mostrar que espaço é o aldeamento onde o casal McCann e os amigos passavam férias e que movimentações podem ter feito no dia em que se perdeu o rasto de Madeleine.

USTREAM TV

Observem uma plataforma interactiva de conteúdos aqui

quinta-feira, outubro 04, 2007

RTP Dá o exemplo!


RTP - Junta administração da Rádio à TV.


Será este o início de qualquer coisa?
Fonte: CM

segunda-feira, outubro 01, 2007

Y Dreams - vídeos interactivos


Só para calar os mais cépticos que dizem barbaridades como: Isto da novas tecnologias da comunicação é só uma moda. Como diriam os Americanos: You can run but you can't hide...